Configurações
Onde o concreto e o abstracto se encontram.
14 de Maio de 2012

 Por muito (e bem) que se preserve a língua nacional, é cada vez mais incontornável que haja uma língua comum a todos os países. 

 O mundo está mais "pequeno". Hoje em dia, graças às tecnologias, temos disponíveis transportes mais rápidos, e uma internet que se espalha por todo o lado, que nos permitem estar ou contactar, com alguém do outro lado do globo. Quem tem contactos com o estrangeiro, seja por lazer ou trabalho, vê-se na contingência de comunicar noutra língua. Por norma, a inglesa.

 

 Se é verdade que até podemos aprender várias línguas, o que é facto, é que facilita ter que aprender apenas mais uma língua para além da nossa. E não existe nada mais reconfortante do que, chegar a um sítio qualquer, seja em território nacional ou lá fora, e conseguir comunicar e perceber com alguém estrangeiro.

 

RG

 

 

publicado por RG às 20:57 link do post
12 de Maio de 2012

 Por vezes parece que, para um artista conseguir uma última consagração, tem de...morrer.

 É um fenómeno estranho, mas que acontece em inúmeras ocasiões. Quantas e quantas vezes, depois de um artista morrer, independentemente da área a que esteja ligado, existe uma corrida ao consumo daquilo que produziu? Sejam músicas, livros, filmes, etc.

 Não deixa de ser caricato que muitos artistas, acabem por ter um reconhecimento muito mais elevado depois da sua morte, do que durante a sua vida.

 O que levará uma pessoa a comprar algo de um artista, depois deste morrer, se não o fez antes? Ah, afinal até gostava dele, e agora vale a pena comprar. Quase de certeza que o artista tinha ficado mais contente, se comprassem enquanto ele estava vivo. Assim podia sentir, de forma mais palpável, o tal reconhecimento do seu trabalho.

 Mas não. Existem artistas que até já nem nos lembrávamos que existiam, mas basta baterem as botas, para serem novamente eleitos, como dos melhores que haviam no seu campo. Sinceramente, é pena que as pessoas não sejam mais compreendidas e aceites, enquanto por cá andam.

 

RG

  

 

publicado por RG às 14:00 link do post
28 de Abril de 2012

Sê a mudança que queres ver no mundo.

 

Mahatma Gandhi

 


publicado por RG às 22:31 link do post
23 de Abril de 2012

No principio era o verbo...Load "".

Pois é, por esta altura faz 30 anos o ZX Spectrum, essa maravilhosa máquina de jogos, da minha infância.

 

É curioso como se pode estabelecer um certo paralelismo, entre a evolução dos computadores e das pessoas. À medida que os computadores se foram tornando mais rápidos, a nossa tranquilidade foi diminuindo.

 

Antigamente, para um jogo carregar no famoso deck de cassetes, demorava uns largos minutos. E após isso, quando pensávamos que ia finalmente começar, ainda corríamos o risco dele ir abaixo, e ter que começar tudo de novo. Mas o que é verdade, é que tínhamos pachorra para aquilo, uns dias mais que outros claro, mas tínhamos. O ritmo da vida era outro. Mais calmo, e as horas pareciam esticar.

 

Hoje em dia, temos tecnologias de ponta (que eventualmente poderão parecer obsoletas daqui a uns anos), super rápidas. E qual é o grau de tolerância que existe, se um computador demora mais do que 1 ou 2 minutos, para executar alguma tarefa? Nenhum. Estamos habituados a ter tudo tão rápido, tão célere, que não nos compadecemos com atrasos de sistema. Ficamos ansiosos.

O nosso tempo diário parece mais curto. E como tal, torna-se mais precioso, e consequentemente, menos dado a ser desperdiçado. Seja para máquinas ou, infelizmente, para as outras pessoas.

 

Os computadores evoluíram ao longo dos anos, e a mente humana também. Mas algures no decorrer dessa evolução, sacrificámos algo. A nossa paciência.

 

RG

 


 

publicado por RG às 21:16 link do post
22 de Abril de 2012

Hoje é o teu dia Terra. Obrigado por tudo.

 

RG

 

 

 

 

 

publicado por RG às 21:41 link do post
19 de Abril de 2012

Embora considere mais natural 

Sonhar quando estou deitado,

Acredito que a se concretizarem

Sejam os sonhos que tenho acordado.

 

RG

 

 

publicado por RG às 22:21 link do post
12 de Abril de 2012

Principalmente quando temos trabalhos urgentes para imprimir.

 

RG

 

 

publicado por RG às 19:41 link do post
10 de Abril de 2012

 Sinceramente, é mais difícil prever o tempo que vai estar para a semana, do que acertar no euromilhões. Para a semana? Até para amanhã, ou mesmo para o próprio dia.

 Há uns anos atrás, tínhamos 4 estações bem definidas, e sem grandes surpresas. Na Primavera, já se sabia que o tempo aquecia. No Verão, era o calor das férias. No Outono começava a arrefecer, e no Inverno, era o frio e a chuva.

 Agora? Está tudo mais baralhado, do que um baralho de cartas do Luís de Matos, ou os comunicados dos membros do Governo. Chove na Primavera, faz frio no Verão, bom tempo no Outono, e até temos incêndios em grande escala no Inverno.

 Com isto tudo, já nem se pode guardar a roupa de "estação". Tanto podemos ter que ir trabalhar um dia, de t-shirt e calções (quem pode, claro), como ter que levar as galochas e cachecol no dia a seguir.

 

RG

 

 

 

publicado por RG às 20:45 link do post
02 de Abril de 2012

 Tão depressa podemos sentir que os nossos sentimentos nos libertam, como nos fazem reféns.

 

RG

 

 

 

publicado por RG às 22:36 link do post
31 de Março de 2012

 Há qualquer coisa de sui generis, em ir presenciar o Benfica x Chelsea, e ouvir uma mulher dizer: "- Aquele Raul Meireles é mesmo um ordinário, o filho da p**a!"

 

RG

 

 

 

publicado por RG às 12:18 link do post
28 de Março de 2012

 A aparência conta. E conta muito. Por mais que se diga que o que interessa é o interior das pessoas (o que é bem verdade), as mesmas são quase sempre julgadas, numa primeira instância, pela sua aparência. Seja para o bem ou para o mal.

 Remetendo-me apenas a uma questão profissional, já se sabe que o uso de piercings ou tatuagens, por exemplo, pode complicar o acesso a determinados empregos. E embora o que possa ser aceitável num sítio, pode ser inadmissível noutro, o aspecto visual acaba por contar imenso, na altura em que se decide contratar. Mas por vezes, a avaliação da aparência, pode ir para além da vestimenta, ou acessórios utilizados. O físico e postura, contam tanto ou mais.

 Por exemplo. Aqui há dias, vi um daqueles comerciais que nos abordam normalmente nos centro comercias, para vender um cartão, de um banco qualquer. Ora, já se sabe que por norma, as pessoas tentam esquivar-se destes comercias, fazendo mais fintas que um Cristiano Ronaldo e um Messi juntos. Ou então fazem-se de distraídas, olhando para as montras, ou simplesmente dão um redondo "Não", quando os ditos comerciais perguntam se têm um minutinho para falarem com eles. Acontece que se os/as comerciais tiverem um aspecto de, vá...tótós, a sua missão ainda vai ser mais complicada. E era precisamente isso que acontecia, com este comercial a que me refiro. Apesar de estar vestido de fato e gravata, tinha um ar de rapazinho muito...tótó. Faltam-me mesmo, melhores adjectivos. O rapaz até podia saber a lição na ponta língua. Podia ter toda a informação e mais alguma sobre o cartão, mas quase de certeza, que deve ter tido muita dificuldade para conseguir parar alguém por instantes, para ouvi-lo. É injusto eu sei. Mas para além de uma aparência muito franzina, que lhe dava um aspecto de ter uns 17 anos, e uma cara tipo "Wally", tinha ainda por cima, uma abordagem muito tímida, transmitindo uma falta de confiança brutal, o que é fatal, para quem quer vender algo. Sinceramente, parecia completamente desfasado, do que aquele tipo de trabalho exige. No fundo, estou convicto que se ele fizesse o mesmo trabalho, mas por telefone, tinha muito mais hipóteses de se safar.

 

RG

  

 

 

publicado por RG às 21:06 link do post
26 de Março de 2012

 Algumas pessoas percebem de Política. Outras dominam as Ciências. Há quem saiba de História. Existem entendidos nesta ou naquela área. Mas existe um campo, em que praticamente toda a gente manda "bitaites". No amor.

 Sejam homens ou mulheres, ricos ou pobres, de uma religião ou outra, deste ou daquele clube, inteligentes ou acéfalos. Quando toca a falar de amor, toda a gente sabe dar opiniões. E como é óbvio, algumas aproveitam-se, outras nem por isso.

 Sinceramente, chego a um ponto, em quem me cansa ver, ou ouvir, tanto especialista que existe por aí, sobre relações amorosas. Ah, porque as mulheres gostam que os homens sejam assim, e porque os homens gostam que as mulheres sejam assado.

Sejamos honestos. Pode até haver um traço comum em determinadas situações, mas cada caso é um caso, e cada pessoa é diferente da outra, por mais semelhanças que possa ter. 

 Eu também dou os meus "bitaites", é verdade. Às vezes até sem me pedirem opinião. Mas nunca me considerei um expert no assunto, como certas pessoas. 

 Na verdade, até acho que por mais que as pessoas falem sobre o assunto, sejam elas as intervenientes na relação, ou estejam de fora, não vai fazer com que a dita relação funcione por si só. Sim, é muito importante as pessoas falarem. É bom de vez em quando ouvir um conselho, que até pode servir para desbloquear uma situação, mas no fundo, é preciso o sentimento estar lá. É preciso gostar, amar mesmo a outra pessoa (e ser correspondido), para a coisa andar para a frente. Sem isso, e por mais latim que se gaste, não há relação que aguente. Mas isto, lá está, sou eu a dar o meu "bitaite"...

 

RG

  

  

publicado por RG às 20:46 link do post
25 de Março de 2012

 Não consigo perceber, porque é que certas pessoas têm uma necessidade tão grande, de serem as primeiras a ter determinada coisa. Ou melhor, até acho que percebo. O facto de vivermos em sociedades competitivas, faz com que o desejo de ser o primeiro em tudo, seja uma espécie de status. 

 Veja-se os casos das tecnologias. Se há coisa que eu aprecio, são os vários gadgets que, graças ao evoluir da tecnologia, vão surgindo dia após dias. Mas entre o gostar, o desejar ter, e ser maluquinho para ter que ser o primeiro a comprar, vai um grande (enorme) passo.

 Por exemplo. Não me importava nada de ter um ipad. Agora, porque carga de água, iria pernoitar, ou passar dias mesmo, à porta de uma loja, só para ser o primeiro a comprar um, como aconteceu com muita gente? Não consigo perceber. Porquê tanta fuçanguice? Não se pode esperar uns dias? É para aparecer nas notícias? É para dizer que foi o realmente o primeiro a ter? 

 São situações destas, que me levam a reflectir sobre o estado de grande parte da humanidade. Damos demasiado importância ao materialismo. Independentemente das vantagens que nos trás, ter um bom telemóvel, automóvel, televisor, etc. Somos muito agarrados às coisas. E depois ainda existem discussões enormes, sobre qual o melhor, como se alguém realmente ganhasse com isso. Bom, só os que vendem, com certeza.

 Sinceramente, era bom que existisse um maior desapego ao consumismo desenfreado. Não digo que as pessoas não devam comprar o que lhes apetece, se tiverem condições para isso, mas deviam dar menos relevância, caso não as consigam ter. Praticarem uma espécie de semsumismo, que as libertasse do stress de terem que ter algo de imediato.

 

RG

  

 

publicado por RG às 20:03 link do post
18 de Março de 2012

publicado por RG às 11:57 link do post
13 de Março de 2012

 Situação presenciada na rua.

 Passa uma mulher por mim, vestida com o chamado "cinto descaído". Uns passos mais à frente, oiço um homem a dizer para outro: "Se não quer que um gajo olhe, vista-se de forma mais composta." 

 Acho que tem uma certa razão...

 

RG

  

 

publicado por RG às 19:36 link do post
Maio 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
13
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
subscrever feeds
Curiosos

mais sobre mim
pesquisar
 
Audiofigurações

MyMeezPic
Mural

blogs SAPO