Configurações
Onde o concreto e o abstracto se encontram.
26 de Janeiro de 2012

  Existem pessoas que lutam pelos direitos dos animais. Outras que são sensíveis ao assunto, e outras ainda, que simplesmente vêm os animais, como seres inferiores, não merecedoras de qualquer tipo de respeito.

  Quando se pensa em situações em que os animais são vitimas de abuso, normalmente associa-se mais depressa, as touradas, os circos, o abandono de animais domésticos, a caça legal/ilegal, ou até mesmo a criação industrial de animais, que servirão de futuro alimento aos seres humanos.

  Todas estas circunstâncias são frequentemente debatidas na sociedade, havendo as habituais opiniões, pró ou contra, com maior ou menor validade.

  No entanto, existe uma situação que ocorre frequentemente, bem à frente dos nossos olhos, e que não levanta tanta celeuma. Refiro-me à venda de animais domésticos, nas lojas.

  Seja num centro comercial, ou no meio de uma rua, existem várias lojas onde se vendem animais. Ora, tirando eventualmente os peixes nos aquários, que dizem não ter grande memória, pois passados 2 ou 3 segundos já não se lembram de nada, os restantes animais serão com certeza mais sensíveis ao facto de passarem horas, semanas, ou meses, fechados em espaços mínimos.

  É que pode ser muito bonito, as crianças passarem, e verem ali um cachorro, um gatito, ou mesmo um coelhinho fofinho (por regra, só costumam estar crias em exposição), a "pedirem" para serem levados para suas casas. Mas enquanto não são comprados (e muitos devem acabar por não ser mesmo) encontram-se confinados a espaços minúsculos, sem poderem estar à vontade, e sob o stress de terem que suportar os olhares e sabe-se lá mais o quê, de quem passa, pára, olha e mexe nas gaiolas, ou nas caixas onde se encontram.

  E por vezes, juntam-se ali 2, 3 ou mais bichos, ao monte, a partilhar o mesmo habitáculo.

  É verdade que algumas lojas conseguem ter espaços até razoáveis. Existem lojas que inclusive, não mantêm os animais muito tempo em cativeiro. Mas a maioria não é assim, e possivelmente os donos estão mais preocupados em fazer negócio, do que com o bem estar das criaturinhas.

  E quando assim acontece, se isto não é um mau trato, é o quê? 

 

RG   

  

 

 

 

publicado por RG às 21:29 link do post
22 de Janeiro de 2012

"Não há nada no mundo que esteja melhor repartido do que a razão: toda a gente está convencida de que a tem de sobra."

 

René Descartes

  

       

 

publicado por RG às 23:46 link do post
19 de Janeiro de 2012

Quando chegam as 18h, e ainda se vê a luz do dia.

 

RG    

 


 

publicado por RG às 21:01 link do post
16 de Janeiro de 2012

 E sou quase sempre grato por esse facto, quando entro nos transportes públicos.

 

RG

 


publicado por RG às 20:57 link do post
14 de Janeiro de 2012

 Não, infelizmente não é no sentido figurado, referente a determinadas altas patentes que gerem o destino de certas empresas, e inclusive do próprio País. Trata-se sim, no sentido literal, o fim da PIP (não confundir com o PIB, embora esse também vá pelo mesmo caminho).

 A PIP, Poly Implantes Prothèses, é uma empresa francesa, de próteses mamárias que, segundo notícias recentes, podem ser cancerígenas em caso de rompimento.

 O alerta para esta situação, fez com que fosse sugerido às mulheres que recorreram ao implante de silicone desta marca, que procurassem aconselhamento médico, e, em último caso, removessem em definitivo os respectivos implantes. A PIP, já entrou em falência, mas o mal já está feito, e agora, milhares(!!) de mulheres podem ter a vida em risco.

 

 Do ponto de vista masculino, só posso imaginar que o implante de silicone por parte das mulheres, não seja uma decisão muito fácil. Quer dizer, há quem as peça como prenda de anos. Mas para já, custa uma pipa de massa, e depois, existem sempre alguns riscos de saúde. Será que vale a pena?

 Bom, acho que varia consoante a pessoa. Colocar implantes é, à partida, um acto de vaidade. Mas posso considerar dois tipos de "vaidade". Existem mulheres que realmente têm um tamanho de mamas (mamas é o termo correcto para este caso, e não peito) muito reduzido, ou quase nada, seja pela sua fisionomia natural, ou por terem tido necessidade de removerem por motivos de saúde. Aí, compreende-se bem mais, a necessidade de realçarem a sua feminilidade, pois quer se queira ou não, a aparência física conta na sociedade. No entanto, existem outros casos, em que até nem são nada pequenas as "mamocas", mas as mulheres sentem que precisam de mais, para se destacarem.

 Para as mulheres, ter o tamanho certo de mamas, é sentirem-se mais atraentes, independentemente da roupa que tenham, ou não, vestida. A questão é, até que ponto as mamas podem ser consideradas demasiado pequenas, com o tamanho certo, ou demasiado grandes? Pode haver uma ideia generalizada, mas sinceramente, acho que depende sempre do critério e gosto de cada pessoa. Até porque as pessoas são diferentes. Existem mulheres mais altas, outras mais baixas, mais fortes ou elegantes, e o que pode "assentar" bem numa, pode ficar mal noutra. 

 Os homens apreciam, e as mulheres sentem-se mais seguras, mas convém ter em conta os prós e contras que uma operação deste género acarreta. Fica à consciência de cada uma.

 

 De qualquer forma, acho que seria desagradável para um casal, que acontecesse por exemplo, algo que acontecia nas brincadeiras de miúdos. Estar no coito, e ouvir-se: "Epá arrebenta a bolha"!

 

RG


 

publicado por RG às 11:25 link do post
08 de Janeiro de 2012

"O destino baralha as cartas, mas somos nós que as jogamos." 


 William Shakespeare

 

publicado por RG às 22:01 link do post
07 de Janeiro de 2012

 O que dizer deste filme?

 Quentin Tarantino não é o realizador comum. O seu estilo peculiar, bem traçado em todas as suas obras (pelo menos, nas que eu vi), não é dirigido as grandes massas.

 Mas o que é facto, é que tem conquistado muitos adeptos ao longo do tempo. 

 Pulp Fiction foi o primeiro filme que vi deste realizador. Datado de 1994, conta com um elenco recheado de estrelas emergentes, ou já consagradas na altura, como o John Travolta, Samuel L. Jackson, Uma Thurman e Bruce Willis. Conta até com a portuguesa Maria de Medeiros.

 Com diálogos inteligentes, humor negro e por vezes corrosivo, e um grande toque de violência, este filme apresenta aquele estilo, agora comum, de histórias (ou estórias) paralelas de várias personagens, que lá mais para o fim, acabam por se entrelaçar. E está muito bem feito. Com uma dinâmica muito boa, mantendo o suspense e o imprevisível, do principio ao fim, e com uma caracterização das personagens memorável (onde mais se podia ver Travolta, e o Jackson, com aqueles penteados?).

  Pulp Fiction é daqueles filmes que marca um género. Um icon pop que traça um antes e um depois, na 7 Arte. Que inspirou outros realizadores, para películas semelhantes. Foi nomeado para diversos galardões, tendo vencido vários prémios, entre os quais, a Palma de Ouro em Cannes, e o óscar para melhor guião original. 

 

 Assim de repente, e até porque já vi o filme há bastante tempo, destaco duas cenas clássicas. 

 A primeira, a dança entre o Travolta e a Uma Thurman. Sinceramente, acho que até quem nunca viu este filme, já imitou aqueles movimentos dos dois, numa qualquer pista de dança.

 

 A segunda, a cena em que a Uma está a sofrer uma overdose, e para salvá-la, é necessário espetarem-lhe uma "injecção de adrenalina". Caramba, simplesmente hilariante todo o contexto que se gera, culminando com a pergunta/resposta: "Se estiveres bem, diz qualquer coisa?"..."Qualquer coisa..."

 

RG

publicado por RG às 19:07 link do post
05 de Janeiro de 2012

 Existem momentos na vida de uma pessoa, simplesmente incómodos.

 E tentar abstrairmo-nos deles não resulta, é uma luta inglória, ou até mesmo perdida.    

 

 Senão veja-se o caso.

 Escritório. Várias pessoas da empresa a conviver, entre colegas, superiores e, obviamente, o patrão. Agora vem a pior parte. A casa de banho. Mais concretamente, a casa de banho que é comum. Ou seja, que pode ser partilhada por mais do que uma pessoa ao mesmo tempo.

 Neste caso, e apesar de até já me terem sido partilhados bastantes relatos sobre a das mulheres, restrinjo-me apenas à que recorro, a dos homens.

 Ora, uma casa de banho partilhada, é um local propicio para se presenciarem alguns estranhos acontecimentos. Calma, não se pense já, em eventuais coisas obscenas. Não. Refiro-me a outras situações.

 

 Por exemplo. Existe uma quantidade considerável de gajos, que após o serviço que foram lá fazer, não lavam as mãos. Tenha ele sido feito de pé ou sentado. Portanto, uma pessoa está ali no wc, e vê um individuo a entrar (ou já lá estava inclusive), repara que despacha o serviço, e...ala que se faz tarde, porta fora. E lavar as mãos? Esqueçam. Higiene é coisa que não lhes assiste. A mínima que seja. O pior vem depois. Com que cara podemos ficar, quando passado algum tempo, esse mesmo colega nos vem pedir qualquer coisa emprestada? Ou simplesmente dá-nos uma palmadinha nas costas? Ou  pior mesmo, ainda não nos tinha cumprimentado, e resolve fazê-lo naquele momento? É que é mesmo agradável, apertar a mão a alguém, sabendo que esteve pouco tempo antes na casa de banho, e não lavou as mãos. Excelente.

 

 Outra coisa estranha que também costuma acontecer, são as pessoas levarem o telemóvel para a parte mais privada da casa de banho, para realmente falarem. Epá, fazer isso em casa, tudo bem, porque até pode ninguém saber, mas no trabalho? É esquisito. E mais esquisito, é que está ali um colega a "obrar", e ouvimos coisas do género: "Sim querida, é isso, pois...exacto, temos que ver isso de facto. Ah claro, combinamos com o Tó e a Ana jantarem lá em casa, sim, sim, mas liga tu que eu agora estou ocupado...". E o mais caricato, é que negócios também são discutidos naquele meio. "Com certeza. Esteja descansado que vou já pedir que vejam isso, e envio-lhe um e-mail com o relatório em anexo."

 O que seria, se o cliente do outro lado, imaginasse que estava a ser atendido deste lado, não da secretária, mas da retrete da pessoa. Acho que o cúmulo seria, se ambos estivessem na mesma situação. Seria o chamado negócio de merda.

  E depois, é a questão da falta de insonorização existente neste espaços. Não é de todo agradável, ouvir os ruidos guturais produzidos pelos colegas, quando estão na privada, ou pior ainda, do chefe. Qual o respeito que se pode ter por alguém, depois de uma situação destas?

 

Ok, toda a gente tem as suas necessidades fisiológicas, mas algumas delas são isso mesmo. "Suas" necessidades. Não é bonito partilhar. Não causa boa imagem, ou impacto. Pelo contrário, só causa constrangimento a quem teve a infelicidade de estar no sitío errado, à hora errada.

 

RG

  

  

publicado por RG às 21:18 link do post
03 de Janeiro de 2012

Temos tendência a criticar muito, e fazer pouco.

 

RG


 

publicado por RG às 23:32 link do post
01 de Janeiro de 2012

Birds flying high you know how I feel
Sun in the sky you know how I feel
Reeds drifting on by you know how I feel
Its a new dawn it's a new day its a new life for me
And I'm feeling good

Fish in the sea you know how I feel
River running free you know how I feel
Blossom in the trees you know how I feel
It's a new dawn its a new day it's a new life for me
And I'm feeling good

Dragonflies all out in the sun
You know what I mean, don't you know
Butterflies are all having fun
You know what I mean
Sleep in peace
When the day is done
And this old world is new world and a bold world for me

Stars when you shine you know how I feel
Scent of the pine you know how I feel
Yeah freedom is my life
And you know how I feel
Its a new dawn its a new day its a new life for me
And I'm feeling good

Ooooh
(Feeling good) 


Muse - Feeling Good

 

 

 


publicado por RG às 14:40 link do post
31 de Dezembro de 2011

Um dia surge o desejo,

Noutro momento, é fácil sonhar.

Um dia, até se concretiza o ensejo,

Por vezes, tudo parece longe de se alcançar.

 

Tenho vontades,

Crio expectativas e ilusões,

Tenho alegrias e decepções,

Ganho certezas e verdades,

Sofro dúvidas e falsidades.

 

Um dia, é sozinho que tenho ideais,

Noutro momento, os planos traçam-se acompanhado,

Um dia, ser uma alma é demais,

Por vezes, dois corações não dão conta do recado.

 

Sinto-me grato pelo que já alcancei,

Sinto-me honrado pelo que me foi dado a alcançar.

Muitas esperanças realizei,

Muitas mudanças ainda estão por chegar.

 

Ciclos na vida, são uma constante,

Bons e maus momentos, uma variante.

Pessoas importantes seguem um caminho distante,   

Porque o destino assim o quis,

Fecho os olhos e sinto saudades...saudades daquilo que não fiz.

 

RG

  

publicado por RG às 20:21 link do post
23 de Dezembro de 2011

Qual a diferença entre o Natal e um bife? É que o Natal, ninguém quer mal passado.

 

RG

 


publicado por RG às 21:01 link do post
18 de Dezembro de 2011

 Se existe expressão que considero injusta, é esta:

 "Epá, estás com cara de poucos amigos!".

 Afinal de contas, o que quer dizer concretamente este termo? Normalmente utiliza-se o mesmo, quando vemos alguém que aparenta estar maldisposto, zangado, ou até mesmo irritado, certo? Mas o que é que o estado de espírito, tem a ver com a quantidade de amigos da pessoa?

 Bom, até compreendo que se digo isto, porque alegadamente, alguém que por natureza tenha mau feitio, esteja constantemente mal disposta ou rezingona, dificilmente arranja amizades. Até aí tudo bem. Mas por outro lado, ter poucos amigos, não é sinónimo que a pessoa seja má disposta, ou infeliz por regra.

 Para já, o que é um amigo(a)? São aquelas 500 pessoas associadas no Facebook? Não me parece. Ao longo da vida, vamos conhecendo várias pessoas. Colegas da escola, colegas do trabalho, de cursos, de actividades, etc.  Dessa quantidade toda de gente, é que vamos criando laços mais fortes, com aqueles que passamos chamar "amigos". Esses podem ser em maior ou menos número, consoante o feitio de cada um, e as respectivas afinidades/interesses. O resto, podemos considerar apenas como "conhecidos".

 Mas mesmo dentro da categoria de "amigos", existem variantes. Por exemplo, é comum haver aqueles amigos, que contamos mais para a rambóia. Para ir beber um copo, ou para ir a uma festa. São pessoal animado, que puxam por toda a gente, contam piadas, enfim...que fazem a festa, e nos contagiam com isso. Depois existem aqueles, com os quais nos identificamos mais, para determinada tarefa ou actividade. E por fim, existem aqueles, que sabemos estarem sempre ali, disponíveis para falar, para desabafarmos, ou partilhar coisas mais intimas.

 Um amigo, até pode estar pertencer a todas as categorias. Pode ser aquela pessoa que tanto alinha para uma festarola, como ajuda a carregar móveis, ou fala connosco de coisas sérias. Um amigo é que aquele que nos levanta a moral, mas também a sabe colocar no sítio, quando exageramos. Como alguém disse, um amigo critica-nos em privado, para nos defender em público. 

 Existem amigos, que nos podem acompanhar desde a nossa infância, enquanto outros, parecem aparecer só na nossa vida, em determinado período, como inclusive os amigos dos nossos amigos. É como se precisámos de algo concreto na nossa vida, e o destino, ou outras energias superiores, se encarregam de nos presentear com a solução, em forma de um novo amigo. As amizades são eternas, enquanto duram.

 Ter poucos amigos, não é mau. Não ter um que seja, é que é triste. Ter poucos amigos, mas genuínos, é ter a certeza que, em qualquer circunstância, e mesmo suportando as nossas pancadas, vamos ter sempre apoio. E sinceramente, isso faz com que ter cara de poucos amigos, seja motivo de alegria.

 

RG

 

 

 

publicado por RG às 13:36 link do post
12 de Dezembro de 2011

 Gostar de filmes é normal.

 Ver um filme, seja no cinema, ou em casa, é uma das formas de entretenimento mais comuns, para qualquer pessoa. Até porque, existem de todos os géneros e feitios, podendo agradar a qualquer um.

 Como é normal num área que suscita muitas opiniões, existem bons e maus filmes. Existem aqueles, em que nós pensamos como é que podémos perder 10 minutos que fossem da nossa vida, a vê-los, e outros que, de tão bons, temos pena que acabem, mesmo que durem 3 horas. Normalmente estes últimos, têm o condão de nos cativarem de tal forma, que os vemos seguramente mais do que uma vez.

 

 Um bom filme, aquele que nos marca algures na nossa vida, vale obviamente pelo seu todo. Mas, existem sempre algumas cenas que são especiais. Que ficam eternamente na nossa memória (ou pelo menos até o Alzheimer deixar). Cenas de grande impacto visual, ou de diálogos poderosos. Instantes que nos fazem rir, ou chorar, acreditar, ou sonhar. São cenas que vivemos como se estivéssemos lá, naquele mundo. Que nos dão lições de vida, ou que simplesmente...fazem-nos gostar de filmes.

 

 Um dos filmes que muito apreciei, foi o Braveheart - O Desafio do Guerreiro, realizado e interpretado, pelo Mel Gibson. Com uma história supostamente baseada em factos históricos reais, é daqueles filmes que puxa pelo bravura do herói escocês William Wallace (não confundir com o whisky William Lawson's), que lidera um País, contra o cruel reinado inglês, do rei "Edward the Longshanks". 

 

 Recheada de violentas e realísticas cenas de guerra, acaba por ter como pano de fundo, uma história de amor. Com cenários belíssimos, uma banda sonora de grande nível, e interpretações valiosas, é um daqueles filmes épicos, apesar das imprecisões históricas que lhe foram apontadas.

  Acabou por vencer 5 óscares em 1996, entre os quais, Melhor Filme e Melhor Realização.

 

 Destaco duas cenas, absolutamente notáveis.

 A primeira, a do discurso de motivação das tropas escocesas, por parte do William Wallace. Simplesmente arrebatadora, que culmina com a inspiradora frase: "They may take our lives, but they will never take our freedom". Até apetece saltar para o meio da acção, e ir dar umas espadeiradas aos ingleses.

 

 A segunda, já no final (e peço desculpa por revelar, caso alguém não tenha visto o filme, e ainda o pretenda fazer), em que o protagonista é torturado até à morte, com o objectivo de arrancar o seu arrependimento. Com uma carga dramática impressionante, envolvendo o simbolismo do pano que lhe cai da mão, já no seu último suspiro, e que era a prova do seu amor pela mulher, que havia sucumbido anteriormente às mãos dos ingleses. 

 Neste caso, só mesmo alguém muito forte, ou insensível, é que não deixou escapar uma lágrima que fosse, ao ver tal cena.

 

RG 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por RG às 22:34 link do post
05 de Dezembro de 2011

 É difícil alcançar a felicidade, mas é mais difícil mantê-la.

 

RG

 

publicado por RG às 22:42 link do post
Janeiro 2012
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