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Um tanto ou quanto vergonhoso

por RG, em 26.04.06
Tenho uma certa dificuldade em decorar os nomes das ruas.
Tirando o nome das ruas onde moro e trabalho (estas duas, porque são necessárias no preenchimento de vários documentos), e mais umas quantas que se contam pelos dedos de uma mão, não consigo associar a maioria dos nomes das restantes ruas de Lisboa e arredores, com a sua localização.
Ora sendo eu um alfacinha de gema, padecer deste mal é um tanto ou quanto embaraçante.
É que se já é mau, fazer figuras tristes à frente de outros naturais da capital, mais ridículo, é estar a falar com alguém que vive há pouco tempo em Lisboa, e chegar à triste conclusão que essa pessoa já conhece melhor os nomes das ruas do que eu.
Tudo bem que consigo compensar esse defeito, com outras qualidades. Por exemplo, nos parques de estacionamento, costumo ter um óptimo sentido de orientação, para descobrir o lugar onde deixo estacionado o carro. Mesmo que seja a primeira vez que tenha ido a esse parque, o que não deixa de ser um feito considerável.
De qualquer forma, há outras maneiras de conseguir identificar uma rua. Normalmente há um restaurante ou café que ajudam a situá-la. Um qualquer estabelecimento, estátua ou até um jardim, que podem servir de referência.
Mas convenhamos que é lamentável ser abordado por um turista, quer seja nacional ou estrangeiro, e não saber indicar onde fica a rua X ou Y. E o pior é quando estamos precisamente na rua pretendida. Lá tenho que fazer a pergunta da praxe: «Então mas anda à procura dalguma coisa em específico? É que assim era mais fácil. Pelo nome não estou a ver.»
Nessas alturas, não sei bem porquê, mas costumo lembrar-me com frequência dos U2 e daquela sua musiquinha…”Where The Streets Have No Name”.

RG

Urbanidades

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publicado às 22:26


1 comentário

De Sugarfree a 27.04.2006 às 10:54

Pois como eu conheço esse mal! Chegamos a fazer figura de estrangeiros na nossa propria cidade!

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Onde o concreto e o abstracto se encontram.

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