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Opinião

por RG, em 31.08.05
Aquele que tem a sua própria opinião, mas que depende das opiniões e dos gostos dos outros, é um escravo.

Klopstock

Opinião

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publicado às 23:20

Aquela relação

por RG, em 28.08.05
Até parece que foi ontem, mas já acabou há bastante tempo. Foi sem dúvida uma relação muito intensa.
Mas tudo na vida que tem um princípio, tem igualmente um fim. E o nosso envolvimento não foi excepção.
Não vale a pena referir o teu nome, pois é indiferente para o caso. O que importa, é lembrar e realçar os bons momentos passados contigo. E que momentos.
Ainda me recordo que de inicio nem sequer me despertavas grande atenção. Foi aos poucos que comecei a conhecer-te melhor e a apreciar a tua essência. O fascínio foi aumentando à medida que ia explorando os teus pormenores, e os detalhes do teu mundo. Inconscientemente, comecei a ansiar passar mais tempo contigo. Minutos, horas, dias, em que a minha paixão por ti, fez com tudo o resto fosse secundário.
Mesmo aqueles níveis de dificuldade que me apresentavas constantemente, e que me deixavam muitas vezes desiludido por não saber lidar com eles da melhor maneira, passaram a ser encarados simplesmente como meras provas de dedicação e empenho por ti.
Mas o prazer esteve lá. Sempre presente e em constante crescimento.
Foi então que quando menos esperava, terminou. Quase que diria, que de uma forma abrupta.
Agora, mais lúcido, vejo que talvez tenha sido mesmo na hora certa. Mas na altura não me conformava. Queria mais. Não queria aceitar que a partir daquele instante, a nossa ligação ia acabar.
É claro que pensei em voltar ao início. Tentar de novo. Mas não valia a pena, pois sabia que não seria a mesma coisa.
Tudo tem o seu tempo.
Agora resta apenas alguma saudade. De qualquer forma sei que mais cedo ou mais tarde, o teu lugar será ocupado.
O que não falta por aí, são outros jogos de computador de qualidade.

RG

Wicked Game

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publicado às 11:26

Pois é

por RG, em 25.08.05

Há dias em que parece não haver tempo para nada.


 RG


 depressa1.gif

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publicado às 21:23

Constatação

por RG, em 23.08.05
O motivo principal pelo qual os pombos se dão bem nas cidades, não é pelo facto das pessoas os alimentarem, mas sim por eles gostarem de "martelada".
Basta ver a forma como abanam a cabeça ao andar. São os efeitos de noitadas passadas em raves.

RG

trance psicadélico ao gosto dos pombos, depois de tomado o milho alucinogénio!!

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publicado às 22:36

Aquele desejo

por RG, em 20.08.05
Há sítios que com o passar do tempo criam fama, boa ou má, com as respectivas consequências que daí advêm.
Nesta semana que passou, cai na tentação de visitar um estabelecimento que não goza de muito boa fama, apesar da sua popularidade ser enorme.
Não fui acompanhado, portanto não posso dar a desculpa de ter sido influenciado por terceiros. A decisão foi apenas minha. Não sou, nunca fui e em principio não irei ser frequentador assíduo deste tipo de casas, mas desta vez fui levado por um daqueles impulsos do tipo “não é tarde nem é cedo, é já agora”.
A primeira coisa que constatei ao chegar, é que apesar de muita gente dizer que é um sítio pouco recomendado, o que é facto é que continua a ser muito frequentado. E a adesão é feita pelos diferentes extractos sociais, sem que haja sequer a preocupação de serem vistos a ali entrar.
Senti-me um pouco desorientado, talvez por não estar habituado àquele tipo de atmosfera que pairava. Há algo de característico, de muito próprio, o cheiro, as pessoas que nos atendem, as luzes, todo um ambiente hipnotizante para quem já não parava, por recintos assim parecidos, há bastante tempo. Aqueles momentos iniciais de desnorte foram quebrados por uma jovem, que me atendeu de uma forma simpática e reveladora do seu à vontade natural em lidar com a clientela.
Com um rápido passar de olhos por aquilo que me era proporcionado, lá me decidi por escolher o que calculei que me satisfizesse mais. Depois de pagar antecipadamente, escolhi um cantinho onde me instalei confortavelmente, e acabei por consumar o acto para o qual, em fraqueza e desejo assolapado, me tinha feito deslocar a tal suposto “antro de perdição”.
E soube pela vida.
Foi um momento simplesmente apetitoso.
Após alguns minutos a desfrutar aquela ocasião, peguei nas minhas coisas e vim-me embora.
Estava saciada a minha necessidade física. Na minha consciência, a ideia partilhada por muita gente.
Uma vez por outra não há mal nenhum em ir ao McDonald’s.

RG

Aquele desejo

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publicado às 15:00

Sabedoria Bloguista

por RG, em 18.08.05
Post a Post enche o Blog o papo.

O Blog do vizinho é melhor que o meuzinho (ou não).

A comentário dado, não se olha a escrita.

Amigos, amigos, Blogs à parte.

Blog com mais do que 1 administrador, sem Posts à mão, todos discutem e ninguém tem razão.

Há Postar e Postar...há ler e comentar.

Um Blog nunca vem só.

Para bom entendedor, meio Post basta.

Mais depressa se apanha um Artigo mentiroso, que um coxo.

Mais vale um Blog na mão que dois por criar.



RG


Sabedoria bloguista

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publicado às 22:53

Sabedoria Popular

por RG, em 17.08.05
A conselho amigo, não feches o postigo.

A falta do amigo há-de-se conhecer mas não aborrecer.

Amigo deligente, é melhor que parente.

Amigo disfarçado, inimigo dobrado.

Amigo que não presta e faca que não corta: que se percam, pouco importa.

Amigo, vinho e azeite o mais antigo.

Amigos, amigos, negócios à parte.

Ao bom amigo, com teu pão e teu vinho.

Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos o desamparam.

Aquele que me tira do perigo, é meu amigo.

As boas contas fazem os bons amigos.

Bocado comido não faz amigo.

Defeitos do meu amigo, lamento mas não maldigo.

Em tempo de Figos, não há amigos.

Muitos conhecidos, poucos amigos.

Não há maior amigo do que Julho com seu trigo.

No aperto do perigo, conhece-se o amigo.

O Vinho e o Amigo, do mais antigo.

Os amigos são para as ocasiões.

Quem não tem marido, não tem amigo.

Quem seu amigo quiser conservar, com ele não há-de negociar.

Quem te avisa, teu amigo é.

Quem tem amigos, não morre na cadeia.

Um rico avarento, não tem amigo nem parente.




Amigo verdadeiro vale mais do que dinheiro

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publicado às 22:39

Outra forma de ver

por RG, em 15.08.05
Texto de Autor desconhecido (por mim)



"Correlações Anatomoclínicas da Paixão"



Há quem acredite que paixão se invente por ilusão,

surja na alma que nem sentimento.

Há quem creia que ela é algo que se sente,

não existe concretamente,

é um sentir com pressentimento.

A semiologia, no entanto, atesta que a paixão é mais que isso,

mais que vento,

mais que intenção,

é cruzamento

entre matéria e emoção:

é um bicho.

Pois que aquela sensação estranha

que nos toma o ventre

quando na presença do amor

ou de quem o desperte,

aquele frio metálico

seguido por uma circunvolução de estômagos e intestinos,

não é nada senão um giro voraz, desse animal torto que é a paixão, em nossas

barrigas.

Sim, a paixão quando habita o homem vira bicho.

O homem se torna também, mas depois,

por intoxicação.

O coração desse animal

fica dentro do nosso, bate com o nosso

no mesmo ritmo.

A boca dele fica em nossos olhos.

Por isso não adianta um ser apaixonado tentar dizer que não,

que juro,

que asseguro não estou apaixonado de onde você tirou essa idéia:

a boca da paixão incendiara, falando por dentro do próprio olhar.

As mãos da paixão estão em volta dos nossos pulmões, do coração, do peito;

por isso basta que a ausência exista,

a briga ocorra,

o sonho se ameace

para que esta criatura impiedosa aperte tudo

até doer como se dor pudesse ser.

O rabo desse animal medonho, no entanto, está em nossa barriga.

E basta que ele se mexa,

ao ouvir algo esperado,

ao sentir próximo o hálito,

ao unirem-se pele e mão,

para que nosso estômago se sinta extremamente vazio

de si mesmo.



Para matar este animal é preciso que de sacrifício se morra um pouco também.

Ouvir música alegre e prender o choro em frente ao espelho.

Não vestir vermelho

nem inventar dança.

O tempo, entretanto, é a única lança

capaz de pôr termo ao bicho.

Não de vez.

Mas aos poucos e da forma mais doída.



Paixão se contrai em qualquer rua,

noites com ou sem lua,

no momento certo ou não da vida.

Basta sorrirem por dentro duas pessoas,

sentirem que o tempo não passa,

não quererem que o tempo passe mais.

Feito isto,

o ser acometido

prefere ficar de cama

sobretudo na companhia daquele outro ser

que ama,

que tem o poder

de conter as horas.

Afora

os sintomas da face corada, com ar ligeiramente estúpido

o ser apaixonado costuma rezar todas as noites para que o companheiro adoeça
junto.

Meses de dormência temporal e espacial se seguem

até se descobrir um dia que o outro quando canta é desafinado

tem um olho desviado

coça a orelha esquerda com a mão direita

é míope e nunca dá gorjeta, quando saem.

Aí se toma susto.

E ou se foge ou se fica,

com raiva de tudo,

com ódio do mundo.

Tinha que dar errado outra vez.



Paixão é doença que ensina imperfeição.

Destrói o coração feito Chagas,

pede ilusão emprestada

e não paga

Deixa um vão.

E dói até que se descubra de repente

que a gente nem canta tão afinado assim

e o olho também desvia um pouco se olhar direito.

Paixão dói porque de duas uma:

ou o outro ou a gente

deixa de ser perfeito.



Dura quatro meses o mal.



Outra forma de ver

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publicado às 10:57

Fantasias...

por RG, em 10.08.05
Quem não as tem?

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publicado às 21:17

Momento

por RG, em 09.08.05
Parece haver momentos que valem por uma eternidade, e eternidades que não valem um momento.

RG

Momento

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publicado às 22:21

Pág. 1/2



Onde o concreto e o abstracto se encontram.

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