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Viciante

por RG, em 08.08.05
Não há dúvida. Para mim é dos melhores desportos existentes. Altamente viciante. Tudo bem, são onze palhaços de cada lado, enfiados num rectângulo e com o objectivo de chutar uma bola para dentro de um rectângulo ainda mais pequeno. Pode parecer básico, mas não é. Quando é bem disputado, quando se consegue combinar a técnica da força com a força da técnica, os desafios ganham outra dimensão. Gosto de assistir a partidas bem disputadas. De ver dois clubes a lutarem ao máximo, para garantirem o melhor resultado. Mas o bom mesmo é jogar, participar nessa grande festa. Sentir a adrenalina da finta, da simples à mais elaborada, do remate colocado ou do “estoiro”, das simulações que permitem ganhar vantagem sobre o adversário. Dos grandes golos às excelentes defesas. E a ajudar tudo isto está o calor humano à volta. O delírio que se atinge, quando a bola entra na baliza. A emoção de ganhar aquele derby em especial. E não vou falar das importâncias investidas neste evento desportivo, que podem assumir proporções consideráveis. Pois o prazer que dá, ultrapassa esse inconveniente.
E hoje em dia, apesar de haver muita gente que não aprecie, há imensos adeptos que partilham do mesmo gosto. Inclusive é de louvar a grande adesão das mulheres.
Ah grande jogo. Viva os matrecos.

RG

Matrecos

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publicado às 21:41

Crónicas de antevisão

por RG, em 07.08.05
Saibam ó mortais, que prevejo o aproximar dos ventos da mudança.
Avizinha-se um futuro, em que a atitude das pessoas irá ser alterada. Uma nova era, em que o bom senso e o respeito pelo próximo irão imperar.
Será o tempo, em que finalmente, o conceito de pontualidade, irá erguer-se e prevalecer.
Sim. O flagelo dos atrasos irá acabar.
A ideia, que chegar uma hora atrasada a um evento social, é que é bom, só para não ser a primeira pessoa, irá ser ultrapassada. O facto de se considerar irrelevante, fazer os conhecidos/amigos esperarem constantemente, pela sua chegada, será visto como um enorme insulto, que ninguém irá admitir.
As pessoas vão finalmente perceber, que ao marcarem um compromisso, e com a devida tolerância de 5/10 minutos, a hora agendada é para ser cumprida.
As sementes para tal mudança de comportamento, já foram semeadas.
Muitas pessoas, já se regem presentemente pelos ideais da precisão horária.
Mas, e apesar de confiante, desde já alerto que irá ser necessário aguardar com calma pelos frutos de tal façanha, pois a mente portuguesa carece de tempo para mudar os seus maus hábitos.

RG_O Sonhador

Demora

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publicado às 23:58

Incêndios

por RG, em 06.08.05
Como é possível evitar os incêndios, se existem por aí tantos corpos, que de tão quentes que são, parecem sempre prestes a entrar em combustão expontânea.

RG

Caliente

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publicado às 14:48

O Conselho

por RG, em 05.08.05
O conselho é como a neve.
Quanto mais macia cai, por mais tempo permanece, e mais profundamente se afunda na mente.


Samuel Coleridge

Conselho

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publicado às 13:14

No mínimo inconveniente

por RG, em 03.08.05
É o que se pode dizer daquele momento, em que uma pessoa tenta agradar ou ajudar com toda a boa vontade alguém de quem gosta, numa situação complicada, e só acaba por piorá-la.

RG

No mínimo inconveniente

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publicado às 20:43

Natureza humana

por RG, em 02.08.05
Será que descendemos realmente do macaco ou da…hiena?

Se há algum animal que é capaz de se rir da desgraça alheia é o Homem. E nem me refiro às anedotas, que se inventam 1 ou 2 dias depois de ter ocorrido alguma catástrofe ou tragédia em grande escala e que envolva mortos e feridos, como o “desabamento da ponte de Entre-os-Rios”, o “atentado de 11 de Setembro”, a “morte da princesa Diana”, ou o facto de “Porto e Sporting terem ficado atrás do Glorioso na ultima temporada”.

Falo antes, do gozo natural com que se aborda a deficiência das pessoas.

E começa logo quando somos novos, onde supostamente só há espaço para a “inocência” e a “verdade”. Aí começam a separação das águas. A criança que por exemplo for mais anafada, ou tiver problemas de vista, ou seja avantajada em termos de altura, é logo carinhosamente rotulada pelos colegas/amigos de o gordo, o caixa-de-óculos, a girafa.
Com o decorrer do tempo, e saltando a parte dos professores serem também alvo de mil e uma alcunhas, as pessoas começam a aprender a camuflar melhor este instinto gozão. Principalmente por uma questão de conveniência.
Afinal, gordos, caixas-de-óculos e girafas continuam a existir em adultos, só que podem ser presentemente os seus chefes, ou pais da/o respectiva/o mais que tudo.

Mas achar graça do mal dos outros é, como o lado negro da Força na Guerra das Estrelas, muito difícil de resistir.
E quando as pessoas estão reunidas em grupo, costuma acontecer um fenómeno que se poderia chamar “o arrastão do gozo”. Ou seja, basta imaginar por exemplo um grupo de amigos num bar ou discoteca. De repente entra um rapaz de muletas. Se calhar num primeiro momento, os elementos do grupo até comentam «Ah, coitado do rapaz, o que será que lhe aconteceu para estar assim? deve ter sido acidente.», espalhando-se assim uns pelos outros, uma ideia de compreensão ou pena em relação ao tal rapaz. Mas basta alguém soltar uma piadinha do estilo «Bem, este até todo partido vem abanar as muletas.» para rapidamente surgir uma onda de ironia em torno do referido rapaz, que se alastra rapidamente, e em que todos se riem, sem qualquer preocupação em relação aos sentimentos do visado.

Há frequentemente, um conflito interno em cada um de nós. A luta, entre o respeitar ou o rir de certas características físicas ou mentais, de com quem nos cruzamos pela vida fora.

E se normalmente aproveita-se uma deficiência, para gozar ou ofender uma pessoa que não gostamos ou com quem estamos chateados, ficamos tristes ou constrangidos quando de igual forma alguém comenta uma deficiência de uma pessoa nossa amiga.
Aí já não gostamos que a tratem-na por o zarolho só porque não tem um olho, ou por faltar uma mão, ser o maneta, ou então, por não ter inclusive um punho ser o…enfim.

RG


Ser diferente

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publicado às 19:12

Os Homens também choram...

por RG, em 01.08.05
...e para provar isso basta colocar, por engano, as lentes de contacto ao contrário.

RG


lágrimas

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publicado às 14:47

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Onde o concreto e o abstrato se encontram.

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