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Por vezes acontece

por RG, em 28.03.06
Mas quando calha aos outros é melhor.

RG

Frango

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publicado às 22:09

Assanhez pegada

por RG, em 26.03.06
A expressão “assanhez” surgiu nos últimos tempos, com frequência, no meu vocabulário.
É um termo com uma certa (ou muita) conotação sexual.

A sociedade de hoje em dia, vive a pressão de ter de ser bem sucedida em alguns pontos fulcrais na vida.
As pessoas a partir de determinada idade, só são realmente bem vistas, se tiverem um boa casa, um automóvel topo de gama na garagem, e tudo o que seja a ultima novidade na área da indústria caseira. Ou seja, tudo aquilo que no fundo seja indicativo de usufruírem de um emprego bem abonado.

Mas se estes elementos, correspondem a sensivelmente 50% do que é necessário para se ser bem sucedido no meio onde se vive, os outros 50% recaem numa coisa simples que se chama performance sexual.

Se o dinheiro traz status social, o sexo consegue elevar ainda mais essa condição. Uma pessoa até pode ser uma grande pobretana, sem ter qualquer tusto, mas se for boa na cama (ou no sofá, chão, mesa, tanto faz), acaba por ser idolatrada ou invejada, pois uma coisa está sempre associada à outra, por terceiros.

E é neste campo que a “assanhez” ganha relevo. O sexo, já se sabe, abre por exemplo muitas portas na área profissional. Quando alguém é promovido de forma inesperada, não deixa de haver a suspeita de ter conseguido essa promoção, em troca de umas trancadas com o patrão ou a patroa. A verdade é que muitas vezes, não há fumo sem fogo...e certas pessoas não desperdiçam as armas que têm.

Mas é a nível pessoal que a “assanhez” se acentua.
Como diria uma certa amiga minha “irritadiça”, o sexo pode vir acompanhado ou não do sentimento de amor.
Ora juntando a isto, o facto de normalmente proporcionar prazer, e ser de borla, estão reunidas as condições ideias para que a sua procura seja elevada.

Não é preciso estar muito atento, para verificar que até a publicidade aplica uma “assanhez” desenfreada em vários produtos. Se usar o desodorizante “tal”, ou o telemóvel “isto”, ou as peúgas “aquilo”, é garantido que vou ser considerado de imediato, uma bomba sexual.

A “assanhez” pode ser ou não benéfica. Depende do grau com que é utilizada. Quando existe afinidade por alguém, é normal haver algumas brincadeiras que não ofendem ninguém. É utilizada uma “assanhez” moderada, não pejorativa.
Só que muitas vezes não são respeitados os limites dos outros. Usa-se e abusa-se da “assanhez”, sem qualquer respeito pelo “alvo pretendido”. Há desejo sexual? Então é tudo à grande. E se a outra pessoa não aceitar de bom grado, é porque em vez de ter uma mente aberta, é retrógrada, ou está a fazer-se de difícil.

Como qualquer outra coisa, a “assanhez” quando é empregue na hora e na dose certas (varia conforme as situações/pessoas), tem toda a graça e até se pode tirar muito proveito dela.
Já uma “assanhez” abusiva, é como uma ressaca. Só serve mesmo para dar dores de cabeça.

RG

Assanhez

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publicado às 15:15

Um conto

por RG, em 24.03.06
Um mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita. Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando as sitio constatou a pobreza do lugar. Sem calçamento, a casa de madeira, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas. Ele então se aproximou do senhor, aparentemente o pai daquela família, e perguntou:
"Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho, então como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?"
E o senhor calmamente respondeu:
"Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros géneros de alimentos e a outra parte nós produzimos queijo, coalhada, etc... para o nosso consumo, e assim vamos sobrevivendo".
O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou:
"Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a, jogue-a lá em baixo."
O jovem arregalou os olhos espantado e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família. Mas como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem. Assim, empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.
Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos e um belo dia ele resolveu voltar naquele mesmo lugar e contar tudo àquela família, pedir perdão e ajudá-los.
Assim fez, e quando se aproximava do local avistou um sitio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sitio para sobreviver, "apertou" o passo e chegando lá, logo foi recebido por um caseiro muito simpático. Perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos e o caseiro respondeu:
"Continuam morando aqui."
Espantado ele entrou correndo na casa, e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha):
"Como o senhor melhorou este sitio e está tão bem de vida???"
E o senhor entusiasmado, respondeu:
"Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu, e daí em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos, e assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora. "
Todos nós temos uma vaquinha que nos dá alguma coisa básica para sobrevivência e uma convivência com a rotina. Descubra qual é a sua ... Aproveite estes novos tempos para empurrar sua "vaquinha" morro abaixo.


Autor Desconhecido

Rotina

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publicado às 22:07

Haverá algum equívoco?

por RG, em 23.03.06
Agora sim.
Com dias como o de hoje, estou muito mais contente por a Primavera ter chegado.

RG

Belo tempo

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publicado às 19:39

Recarregar energias

por RG, em 20.03.06
Se eu fosse uma pilha recarregável, o duche seria o meu carregador.
Nada como um bom banho, para revigorar corpo e alma.

RG

Energia

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publicado às 19:49

Simplesmente

por RG, em 19.03.06
Só quero partilhar o pôr-do-sol contigo.
Quero dividir esse momento mágico, com quem me faz sentir mais vivo.
Tanto faz que seja no topo do mais alto dos miradouros, ou sentados na areia regada pelo mar.
Não importa que faça frio, pois o calor do teu corpo aquece-me. Não interessa que esteja quente, dado que a tua presença refresca a minha essência.
Apenas quero confrontar o brilho do sol, com o brilho dos teus olhos, e deixar-me encadear pela beleza do teu olhar.
Dispenso as palavras supérfluas, quando o teu sorriso diz tudo.
Não quero saber do cepticismo de nuvens negras, quando o desejo sentido no nosso abraço, é tudo o que importa.
Apenas quero partilhar o pôr-do-sol, com a mulher que me fascina…simplesmente.


RG

Simplesmente

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publicado às 13:38

Não há nada pior, do que ter um mau acordar

por RG, em 15.03.06
Mau acordar

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publicado às 20:37

Desaparecido em combate...

por RG, em 13.03.06
...de bolas de neve, na Sierra Nevada.
Mas já estou de regresso com as idéias mais fresquinhas.

RG

SerraNevada.jpg

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publicado às 21:01

Questão estatística

por RG, em 08.03.06
Afinal, as fardas ou os uniformes, podem estimular a fantasia?

A) Sim. Sempre.
B) Depende da pessoa que veste a/o farda/uniforme.
C) Não. Prefiro ver a pessoa despida.
D) Depende do tipo de farda/uniforme que é usado.

RG

Farda ou uniforme?

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publicado às 19:33

Será impulse?

por RG, em 07.03.06
E se de repente um conhecido te atirar um bola de neve à cara?
Isso é...Sierra Nevada, num fim-de-semana muito perto de si.

RG

Prometo não armar-me em abobinável homem das neves!

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publicado às 22:53

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Onde o concreto e o abstracto se encontram.

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