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Sem comentários

por RG, em 26.04.07

Hoje, num balcão do BES, nas Amoreiras:

 

Funcionária 1: Temos cá as bolas do Cristiano Ronaldo?

Funcionária 2: Temos sim, estão aí nalgum sítio.

Funcionária 1: Ok, então vou levá-las lá para cima.

 

RG

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publicado às 20:49

Viva liberdade...viva o descanço

por RG, em 25.04.07

A liberdade é uma coisa muito bonita, mas perde todo o seu encanto quando começam  a celebrar os trinta e três anos do 25 de Abril, às 9h “da madrugada", no jardim perto da minha casa, com música aos altos berros do Zeca Afonso e do…Batatoon?!

 

RG

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publicado às 15:12

KM in tha House

por RG, em 21.04.07

Consta que há um ano, na Primavera de 2006, dois jovens oriundos do Bairro Cova da Moura, lançaram a marca KM.

O objectivo, segundo os criadores, foi mostrar que naquele bairro também se produzem coisas positivas, ao contrário do que é normalmente noticiado.

É com muito orgulho, que cova mouristas, e não só, podem agora comprar bonés, tops, e t-shirts com frases tão emblemáticas como “Mi Gó!!” (Não me importa) e “Dêxa mundo papia” (Deixa o mundo falar).

Pronto, ok. Esta iniciativa parece-me bem. Afinal de contas, como em qualquer lado, neste bairro de má fama moram pessoas que tentam levar uma vida decente, e que tentam fazer algo de construtivo.

Só que não é de estranhar que o sucesso que este merchadising aparentemente está a ter, venha a ser utilizado para fins menos próprios.

Senão vejamos. Vivemos dias difíceis, e o comércio ressente-se disso mesmo, mesmo no ramo das actividades menos licitas. Logo, aqueles elementos que se dedicam a dar a tal má fama ao bairro, se tiverem um mínimo de olho para coisa, vão lançar umas promoções jeitosas do género:

“Na compra de 2 passaportes falsos, oferecemos 1 boné KM”.

ou

“Dia dos namorados: leve uma pistola para si e para o seu par, e nós oferecemos uma t-shirt e um top Dêxa mundo papia”

ou ainda

“Agora ou nunca, compre 1 Kg de droga, e ainda tem direito a uma sweat-shirt Mi gó!! KM sempre a bombar”.

 

RG

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publicado às 16:01

E o que dizer, quando um elefante sodomiza outro, com a tromba?

por RG, em 19.04.07

Ora bem, assim à primeira vista, pode-se pensar que estou a falar de alguma cena marada, passada num filme hardcore, e que envolva estes quadrúpedes de grande porte. Mas não.

 

Na verdade, esta situação sui generis, comprova a teoria que a realidade supera a ficção. E que triste realidade.

Tudo se passou ainda por cima, num local onde qualquer pessoa pode estar a passear distraidamente. O Jardim Zoológico. Pois é, foi este recinto, onde qualquer família incauta gosta de visitar, que serviu de palco a algo tão bizarro.

 

No passado Domingo, aproveitando o dia solarengo, fui matar saudades da bicharada. O espaço apresenta melhorias significativas. Cada vez mais, a aposta parece ser em tentar substituir as minúsculas jaulas, por alojamentos um pouco mais espaçosos, para os animais não se sentirem tão enclausurados, e mais, como se estivessem no seu habitat natural (se é que isso seja possível). Os gorilas, os felinos, os hipopótamos, entre outros, possuem agora mais metros quadrados para percorrerem. O que é bom, assim quando um gorila se espreguiça, já não corre tanto o risco de enfiar a pata, no olho da parceira.

 

O bilhete único, 14.50 €, permite o acesso a todas as diversões. Baía dos golfinhos, teleférico, reptilário, comboio, Wc’s, etc, etc. Neste caso, e para juntar à festa, tive a sorte de beneficiar de tudo isto, através de um convite.

 

Sim, porque pagar, e ainda ter que presenciar “a tal cena”, seria dose.

 

Tudo se passou já na recta final da visita, e envolveu um recto de um elefante. Na zona dos elefantes, encontravam-se uns quatro representantes destes mamíferos. Algumas famílias, com crianças pequenas incluídas, lá se deslumbravam e comentavam o porte imponente dos bichos. Tudo na maior das normalidades. Eis quando senão, um dos elefantes, decide introduzir a tromba, no ânus de um dos seus companheiros. Zás, assim, sem mais nem menos. Toda lá dentro. E não contente, com a primeira vez, repetiu novamente a dose. E o mais nojento, é que após cada penetração, ao retirar a tromba, vinha agarrada à mesma, uma quantidade enorme de…excremento. Mas o pior ainda, é que o elefante penetrador, ainda levava a tromba à boca, para culminar tão desagradável espectáculo.

 

Como é de calcular, toda a gente que ali estava a assistir, ficou a fazer aquela careta de enojado. Acho que uma ou outra pessoa, quase vomitaram.

 

Ora, acho muito mal que os responsáveis do Zoo, não ponham um letreiro a avisar este tipo de comportamento dos elefantes. Se por lado, avisam as pessoas para não alimentarem os animais, ou para não saltarem as cercas, ou ainda, para não provocarem os animais, acho que seria justo colocarem um aviso do género: “Avisamos os nossos visitantes, que os elefantes têm o estranho hábito de introduzirem a tromba, uns nos outros, o que pode ferir a susceptibilidade de algumas pessoas!”.

 

 Após o choque inicial, tentei perceber o motivo para tal conduta peculiar, elaborando algumas teorias:

 

1) O elefante penetrador, era o elemento que antigamente tocava o sino a troco de uma moeda, mas como tal já não acontece (é verídica esta situação), não sabia o que fazer da tromba, e começou a colocá-la nos ânus dos companheiros.

 

2) Tal como nas prisões humanas, ali também se desenvolveram instintos de “marcha tudo o que aparece à frente”.

 

3) O elefante (ou “elefanta”, porque não deu para perceber) penetrado, queria uns carinhos, e iludiu o elefante penetrador, dizendo: “Epá, sabes o trevo dos anúncios do Jumbo? acho que sem querer, sentei-me em cima dele. Não queres ser um querido, e tirá-lo com a ponta da tua trombinha?”

 

4) Os animais passam fome, o que faz com que aproveitem os “excedentes” uns dos outros.

 

5) Os elefantes, levam à letra, a expressão festa de ânus…

 

Ps: é de salientar, que o comportamento mais animal que assisti, foi realizado por um casal, aparentemente estrangeiro, que esteve uns bons minutos a atazanar/provocar um babuíno macho, espicaçando-o irritantemente. O que vale, é que o bicho vingou-se, dando-lhes um banho com a água que tinha na jaula.

 

RG

 

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publicado às 22:45

Ainda a sexta-feira 13

por RG, em 15.04.07

Não, não tive nenhum azar relevante., apesar de também não ter tido a sorte de me sair o euromilhões, ou ter arranjado um convitezinho para um concerto que tinha a curiosidade em assistir.

Apenas queria realçar que nesse dia, para além de se associar certas crenças supersticiosas, é agora comemorado o dia do beijo.

Como tal, fica o registo de algumas curiosidades sobre esses transmissores de sensações, os ósculos.

 

(retirado do blog http://lidadoras.blogs.sapo.pt)

 

 

“16 tipos de beijo ... escolha o seu

 

Beijo comprido esquerdo — Usual na Índia. Segue carinhosamente o canto da boca. É um bom beijo de entrada para quase todos os beijos.

Beijo Rodin — É o mais perfeito de todos. Nele existe pureza, ternura, sensualidade, proteção e ambos os amantes desejavam o beijo.

Frontal com ponta — a ponta da língua faz movimentos para cima e para baixo lentamente, podendo tocar as gengivas.

Inferior com mordida superior que desliza — Vem da Índia. Uma boca beija o lábio superior, enquanto a outra morde levemente o inferior. Uma das modalidades do beijo que os homens japoneses davam nas gueixas. Além de sensual, estimula o fluxo sangüíneo e relaxa. É a seqüência do mesmo beijo, ao estilo japonês, que começa na nuca, segue para o canto da boca até o encontro dos lábios.

Beijo anestesia — Pressionar fortemente a língua na gengiva da outra pessoa. Peça para ela respirar profundamente. O céu da boca ficará anestesiado.

Beijo vampiro — Ela gosta de deixar marcas de suas investidas e, em geral, utiliza os dentes nos lábios e nas regiões em torno da boca.

Selo seco esquerdo — Um selo estalado no canto esquerdo da boca. Pode variar para o selo molhado com ponta, com a introdução da língua.

Beijo direto — Quando os lábios dos dois amantes entram em contato direto. Não expressa paixão intensa, mas afeição num estágio inicial do desejo.

Inclinado xis — Os parceiros inclinam as cabeças para o lado , formando um X. Permite o máximo contato labial e a penetração profunda da língua.

Beijo mamadeira — Um dos parceiros coloca os lábios ao redor da boca e começa a sugá-los para dentro da boca, como um bebê tomando mamadeira.

Branca de Neve — Beijo doce e clássico, que pode e deve ser dado a qualquer momento.

Beijo inferior invertido — Beijo dado de cabeça para baixo, pressionando os lábios no lábio inferior da boca.

Beijo no queixo — Comum na Índia. Pode vir acompanhado de uma mordida leve, considerada extremamente sensual.

Invertido com língua profunda — Aqui a diferente textura da língua, já que ambas estarão se tocando com a parte superior dela, proporciona a novidade”

 

RG

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publicado às 11:12


Onde o concreto e o abstracto se encontram.

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