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E o que dizer, quando um elefante sodomiza outro, com a tromba?

por RG, em 19.04.07

Ora bem, assim à primeira vista, pode-se pensar que estou a falar de alguma cena marada, passada num filme hardcore, e que envolva estes quadrúpedes de grande porte. Mas não.

 

Na verdade, esta situação sui generis, comprova a teoria que a realidade supera a ficção. E que triste realidade.

Tudo se passou ainda por cima, num local onde qualquer pessoa pode estar a passear distraidamente. O Jardim Zoológico. Pois é, foi este recinto, onde qualquer família incauta gosta de visitar, que serviu de palco a algo tão bizarro.

 

No passado Domingo, aproveitando o dia solarengo, fui matar saudades da bicharada. O espaço apresenta melhorias significativas. Cada vez mais, a aposta parece ser em tentar substituir as minúsculas jaulas, por alojamentos um pouco mais espaçosos, para os animais não se sentirem tão enclausurados, e mais, como se estivessem no seu habitat natural (se é que isso seja possível). Os gorilas, os felinos, os hipopótamos, entre outros, possuem agora mais metros quadrados para percorrerem. O que é bom, assim quando um gorila se espreguiça, já não corre tanto o risco de enfiar a pata, no olho da parceira.

 

O bilhete único, 14.50 €, permite o acesso a todas as diversões. Baía dos golfinhos, teleférico, reptilário, comboio, Wc’s, etc, etc. Neste caso, e para juntar à festa, tive a sorte de beneficiar de tudo isto, através de um convite.

 

Sim, porque pagar, e ainda ter que presenciar “a tal cena”, seria dose.

 

Tudo se passou já na recta final da visita, e envolveu um recto de um elefante. Na zona dos elefantes, encontravam-se uns quatro representantes destes mamíferos. Algumas famílias, com crianças pequenas incluídas, lá se deslumbravam e comentavam o porte imponente dos bichos. Tudo na maior das normalidades. Eis quando senão, um dos elefantes, decide introduzir a tromba, no ânus de um dos seus companheiros. Zás, assim, sem mais nem menos. Toda lá dentro. E não contente, com a primeira vez, repetiu novamente a dose. E o mais nojento, é que após cada penetração, ao retirar a tromba, vinha agarrada à mesma, uma quantidade enorme de…excremento. Mas o pior ainda, é que o elefante penetrador, ainda levava a tromba à boca, para culminar tão desagradável espectáculo.

 

Como é de calcular, toda a gente que ali estava a assistir, ficou a fazer aquela careta de enojado. Acho que uma ou outra pessoa, quase vomitaram.

 

Ora, acho muito mal que os responsáveis do Zoo, não ponham um letreiro a avisar este tipo de comportamento dos elefantes. Se por lado, avisam as pessoas para não alimentarem os animais, ou para não saltarem as cercas, ou ainda, para não provocarem os animais, acho que seria justo colocarem um aviso do género: “Avisamos os nossos visitantes, que os elefantes têm o estranho hábito de introduzirem a tromba, uns nos outros, o que pode ferir a susceptibilidade de algumas pessoas!”.

 

 Após o choque inicial, tentei perceber o motivo para tal conduta peculiar, elaborando algumas teorias:

 

1) O elefante penetrador, era o elemento que antigamente tocava o sino a troco de uma moeda, mas como tal já não acontece (é verídica esta situação), não sabia o que fazer da tromba, e começou a colocá-la nos ânus dos companheiros.

 

2) Tal como nas prisões humanas, ali também se desenvolveram instintos de “marcha tudo o que aparece à frente”.

 

3) O elefante (ou “elefanta”, porque não deu para perceber) penetrado, queria uns carinhos, e iludiu o elefante penetrador, dizendo: “Epá, sabes o trevo dos anúncios do Jumbo? acho que sem querer, sentei-me em cima dele. Não queres ser um querido, e tirá-lo com a ponta da tua trombinha?”

 

4) Os animais passam fome, o que faz com que aproveitem os “excedentes” uns dos outros.

 

5) Os elefantes, levam à letra, a expressão festa de ânus…

 

Ps: é de salientar, que o comportamento mais animal que assisti, foi realizado por um casal, aparentemente estrangeiro, que esteve uns bons minutos a atazanar/provocar um babuíno macho, espicaçando-o irritantemente. O que vale, é que o bicho vingou-se, dando-lhes um banho com a água que tinha na jaula.

 

RG

 

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