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Caricato

por RG, em 30.09.07

Segundo uma notícia que li durante a semana, nessa grande publicação informativa, que é o jornal “Metro”, um casal bósnio resolveu separar-se litigiosamente.

Ao que parece, ambos acusaram o respectivo cônjuge de traição, por terem um(a) amante.

Ok, então e o que é que esta notícia tem de especial? Adultério é uma situação banal hoje em dia, certo?

O caricato da coisa é que, ambos os elementos do casal estavam a cometer uma traição…com eles próprios.

Ao bom estilo de um argumento cinematográfico, marido e mulher, começaram a frequentar a mesma sala de chat, “conheceram-se”, e começaram a desabafar os seus problemas um com outro.

Esta nova relação estava a correr tão bem, que até estariam convencidos que tinham encontrado realmente a sua cara-metade.

Resultado, depois das suas verdadeiras identidades virem ao de cimo, resolveram acusar-se mutuamente de infidelidade.

Ora bem, se esta notícia for mesmo verdadeira, visto que a fonte não é muito segura, é desconcertante e até hilariante, imaginar alguém, nestas condições, acusar a parceira ou o parceiro, de traição.

Afinal de contas, quaisquer que fossem os problemas que os estavam a apoquentar, ficou provado que bastava um bom diálogo, para os conseguirem ultrapassar.

Tudo bem, supostamente estavam a ter um affair com outra pessoa, alguém desconhecido, mas foi um erro que ambos cometeram, por isso a meu ver, não faz sentido culpabilizarem-se um ao outro.

Na volta, acabam por se separar mesmo, só para mais tarde fazerem as pazes. Pelo chat claro.

 

RG

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publicado às 11:59

Bem boas

por RG, em 23.09.07

Apesar de achar a Rita bem aliciante, para já, contento-me com as jeitosas Teresinha e Joana.

Há mesmo coisas fantásticas.

(Entenda-se, tenho Tv e Net Cabo, e já é bom. O serviço de telefone ainda não me cativa).

RG

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publicado às 23:13

O Mensageiro

por RG, em 19.09.07

A melhor invenção a seguir aos pombos-correio, e às sms’s, foi o mensageiro.

 

O mensageiro, ou como é mais conhecido, o Messenger, é aquele sistema de mensagens instantâneas, que se instala nos computadores.

 

O mensageiro existe em várias versões, sendo o Windows Live Messenger, o MSN, o Yahoo, e o Sapo, algumas das mais conhecidas e usadas.

 

O facto de ser gratuito, fácil de instalar, e de utilização simples, fez com que caísse rapidamente no goto das pessoas.

 

Mas há mais.

No mensageiro, ao contrário do que acontece nos chats, em que corremos o risco de apanhar alguém desequilibrado das ideias em conversa, só falamos com pessoas conhecidas, que adicionámos por nossa vontade.

Depois, o mensageiro é um excelente desinibidor.

Regra geral, as conversas no mensageiro, são muito mais descontraídas. As palavras saem mais soltas, e sem pejo. Existe todo um à vontade nos diálogos, porque apesar de estarmos a falar com outra pessoa, não existe aquela presença física que, em certas situações, pode ser embaraçosa.

 

Na verdade, o mensageiro é, hoje em dia, um instrumento utilizado para dar uma maior profundidade às relações, no que concerne a questões afectivas.

 

Facultar o e-mail, para ser adicionado ao mensageiro, é um claro sinal de aprovação, à aproximação, de quem nos solicita o referido e-mail.

 

O mensageiro serve para falarmos com os amigos, para nos mantermos em contacto com aquelas pessoas que deixámos de ver há 500 anos atrás, até para fins profissionais, mas principalmente para termos conversas privadas com quem nos despertou interesse, e assim, conhecê-las melhor.

 

Mas nem tudo são rosas.

O mensageiro deve ser um dos principais responsáveis, pela diminuição de produtividade das empresas.

 

É que sejamos sinceros, quase toda a gente tem este sistema instalado no trabalho e, a menos que consiga ser responsável, de forma a separar o trabalho do conhaque, o mais provável é encontrar-se muitas vezes na palheta com os amigos, ou com a sua a cara-metade, em vez de estar a laborar.

 

Outra das complicações que o mensageiro pode levantar, é quando não queremos adicionar determinada pessoa, que nos quer adicionar.

Até podemos gostar dela (ou não), mas por vezes, lá porque uma pessoa simpatiza connosco, não quer dizer que queiramos falar com ela, mais do que o fazemos pessoalmente.

Normalmente essa situação acontece com colegas de trabalho, ou de escola. Sentimos uma maior afinidade com A, B e C, mas com D nem por isso. Adicionar os 3 primeiros, e deixar de fora o último, pode levantar certos problemas laborais, quando não queremos ferir susceptibilidades. Ah, e o inverso também pode não ser muito agradável. Saber que alguém com quem simpatizamos e gostamos, adicionou os nossos colegas, e a nós não, pode causar um dissabor.

 

Mais grave ainda, é adicionar uma certa pessoa, e mais tarde, por causa de uma divergência, ou porque simplesmente já não querermos estar em contacto com ela, acabamos por exclui-la. Ora, se essa pessoa descobrir o que fizemos, até poderá ficar um tanto ou quanto chateada.

 

E até há uma forma muito simples de saber quem nos excluiu da sua lista de contactos. Só que não vou dizer qual é, porque não se vá dar o caso de ter que vir a eliminar alguém da minha lista, que leu este post, o que poderia levantar um certo aborrecimento para essa pessoa.

 

O mensageiro, apesar de não substituir um bom convívio pessoal, é sem dúvida, uma excelente mais valia a nível das comunicações, mesmo que facilmente se possa tornar num vício, no sentido de querermos estar sempre comunicáveis.

 

No mensageiro, tudo é mais simples, e facilmente perdoável porque, mesmo que se digam as maiores barbaridades, ou se atire “barro à parede”, basta um LOL, e um bonequinho animado, para que ninguém se zangue.

 

Aliás, se pudéssemos usar o LOL, e os emoticons (os tais bonequinhos animados), nas nossas conversas ao vivo, desconfio que nos entendíamos bem melhor.

 

RG

 

 

 

 

 

 

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publicado às 23:23

És "B"?

por RG, em 13.09.07

Dizer a alguém, que é uma “Pessoa-B”, não implica necessariamente que estejamos a ofendê-la, por ser uma pessoa banana ou besta.

De igual forma, não significa que estejamos a elogiá-la, e a chamá-la de pessoa bonita ou boa.

Nada disso.

Ao que parece, segundo os cientistas, as pessoas dividem-se em 2 grupos, conforme o seu ritmo biológico, também chamado de ritmo circadiano.

Ou seja, as pessoas que são mais activas de dia, são intituladas “Pessoas-A”, e aquelas que são mais activas durante a noite, são designadas de “Pessoas-B”.

Porquê A e B? Não faço a mínima ideia.

Adiante.

As Pessoas-B, por sentirem-se mais expeditas e produtivas durante a noite, raramente se deitam antes da 1 ou 2 da madrugada. Resultado? Acordarem cedo, e manterem-se despertas durante a manhã, são obviamente actos de grande sacrifício para elas.

O ritmo circadiano de cada indivíduo, é determinado pelos seus genes, o que significa que, cada um, tem o seu próprio sentido de planeamento e aproveitamento das horas.

Se uma Pessoa-A e uma Pessoa-B, deitarem-se à mesma hora, e acordarem cedo, vão ter despertares diferentes.

A temperatura do corpo da Pessoa-A, vai ser mais elevada do que a da Pessoa-B.

Logo, esta última vai sentir uma preguiça maior, pois para ela, ainda é tempo de dormir.

De acordo ainda com os especialistas, 15-20% da população são Pessoas-B, 10-15% são Pessoas-A, e o resto das pessoas, são mais ou menos uma mistura dos 2 tipos.

Portanto, da próxima vez que alguém for apanhado pela entidade patronal, a dormir em cima do teclado, tem agora uma bela desculpa.

- Silva, posso saber o que está a fazer?

- Ó chefe, não viu aquela referência, em letrinhas pequeninas, no meu C.V.?

Sou uma Pessoa-B, chefe! Para mim isto ainda é de madrugada!

 

Mais informações em:

 

http://www.b-society.org/

 

 

RG

 

 

 

 

 

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publicado às 22:30

Não se pode ter tudo!!

por RG, em 07.09.07

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publicado às 19:54

Vergonhoso

por RG, em 06.09.07

Ao que parece, ontem, por volta das 15h, cerca de 100 agentes da PSP, efectuaram uma operação de combate à criminalidade.

A acção decorreu na baixa lisboeta, sendo o principal objectivo detectar a venda ambulante, focos de prostituição e…certos indivíduos que vendiam louro prensado por haxixe.

Concordo plenamente com esta intervenção policial.

É que existem limites.

Venda ambulante? Vá lá, pronto.

Prostituição? Epá, enfim, temos que pensar naquelas pessoas mais carentes e necessitadas.

Agora, VENDER LOURO PRENSADO COMO SE FOSSE HAXIXE? Isso é que não. Haja um mínimo de vergonha.

Por acaso, já tinha sido alertado por um amigo que trabalha na área dos Restauradores que, de algum tempo para cá, tinha reparado na presença de uns quantos ciganos na baixa, a abordarem estrangeiros, no intuito de venderem “erva”.

Ora afinal, se em vez de “haxe”, a estrangeirada estava a comprar louro, é fácil de imaginar quem é que foi denunciar esta situação à polícia, despoletando tamanha rusga.  

- Desculpar Sr. Policia, mas eu comprar ali atrás na rua, uma pacotinha. Eu achar ser pacotinha de haxe. Pensar estar a fazer bom negócio, por ser barata, mas eu ver depois que pacotinha cheirar a folhas de louro esmagada.

Sr. Polícia, eu pensar que estar na Europe, mas afinal, Portugal ser país de 3ª mundo, onde pessoa ser enganada desta forma.

RG

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publicado às 21:57

Murro no estômago II

por RG, em 03.09.07

Hoje soube de uma notícia que me bateu de chapa.

Enquanto estava a divertir-me nas férias, provavelmente num dia em que fui curtir o sol na praia durante o dia, e uma saída de diversão à noite, 2 amigas minhas ficaram sem pai.

Foi assassinado.

Baleado mortalmente, nas escadas do seu prédio, por um vizinho que, simplesmente não batia bem da cabeça. Um acto tão desumano, derivado apenas de uma embirração, sem qualquer justificação, com os pais das minhas amigas.

A mãe teve mais sorte, ficou apenas ferida gravemente, porque conseguiu escapar a tempo.

Apesar de não serem amigas do peito, calculo o sofrimento que é passar por uma situação que parece só acontecer nos filmes.

O pior é encontrar palavras que possam servir de consolo, num momento destes.

Não existe reconforto que traga o pai delas de volta.

É uma questão de esperar que a justiça seja feita, e deixar que o tempo trate do resto…

 

RG

 

 

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publicado às 22:17

Murro no estômago I

por RG, em 03.09.07

Custa, vir de férias, chegar ao meu departamento, e vê-lo deserto.

Custa, porque essa ausência de pessoal, não se deve a um atraso colectivo, mas porque já não há efectivamente ninguém para preenchê-lo.

Custa, porque não falo de meia dúzia de pessoas (e mesmo que fosse), mas de inúmeras pessoas que passaram por ali, entre os 2 espaços que a empresa teve/tem, nas Laranjeiras no passado, e nas Amoreiras presentemente.

Custa, porque apesar de um certo anti-socialismo da minha parte, ainda criei laços de grande empatia e amizade (e por vezes, mais qualquer coisa), com determinadas pessoas, e das quais sinto saudade por já não trabalhar com elas.

Custa, é verdade, por ser uma espécie de “último moicano”, quando nunca pensei em vir a sê-lo, ao entrar para lá.

Enfim, águas passadas não movem moinhos, e para ajudar a não pensar muito no assunto, hoje mesmo, passei para outro departamento.

Agora venha mais uma etapa.

RG

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publicado às 22:16

Não há volta a dar

por RG, em 01.09.07

Tudo o que é bom e sabe bem, passa mesmo a correr...

RG 

 

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publicado às 12:45


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