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Tal como o mar

por RG, em 15.08.10

  O mar fascina.

  O mar brinda-nos com a sua tranquilidade, que nos convida a flutuar nele harmoniosamente.

  O mar envolve-nos com a sua revolta, disparando a nossa adrenalina, com as suas ondas agitadas.

  O mar é misterioso, esconde tesouros no seu intimo que, revelados, são mágicos.

  O mar pode ser transparente, expondo toda a sua beleza interior.

  O mar é refrescante, é revigorante.

  O mar é alegria, é divertimento, é energia.

  O mar é Vida.

  E, tal como o mar, a tua presença é simplesmente...apaixonante.  

 

RG

 

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publicado às 14:28

Vicio musical

por RG, em 13.08.10

  Se de repente virem alguém a passar ao vosso lado, com um leitor Mp3, e um ar esgazeado, desconfiem.

  Ao que parece, chegou ao mercado um novo tipo de droga, que é vendida pela internet, sob a forma de música. Fumar? Snifar? Injectar? Esqueçam. Agora a nova moda para começarem a "tripar", é pela indução sonora. Assim, para além de mais discreto, é muito menos incomodativo para quem está à vossa volta.

 

  Ao que parece, os efeitos resultantes, são muito semelhantes aos da cocaína e LSD. Para tal, basta fazerem o download dos ficheiros musicais que são baseados na técnica dos batimentos binários, e equiparem-se com uns bons auscultadores.

  Depois, os ficheiros emitem dois sons diferentes para cada ouvido, em frequências diferentes. Essa alternância de sons acaba por interferir com as ondas cerebrais e provocar efeitos como um grau de relaxamento muito elevado ou estados de vigilância muito acentuados (vulgo, moca das grandes).

  A procura de produtos como «Gate of Hades» e o «Hand of God», tem sido elevada. Existe ainda indicação que este tipo de droga não é viciante, e que o efeito termina, assim que se acaba de ouvir as músicas. No entanto, e como bela droga que é, a sua utilização maciça pode provocar, a longo prazo, insónias ou estados de ansiedade extremos, como qualquer psicoestimulante tradicional.

 

 Ok...pronto. Parece que num futuro próximo, corremos o risco de olhar para uma pessoa que esteja a ouvir música, e comentar: "Tsc, tsc. Mais um que dá no Mp3...que tristeza." Sem contar, que ganha um novo significado, dizer: "Uau! Esta música é uma grande moca!"

 

RG

 

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publicado às 12:04

Quando o calor aperta...

por RG, em 10.08.10

Using your mind
Imagine our skin
Joined at the hip
Joined from within
By using your eyes
You're freezing my frame
Watching our clothes burst into flames

(Undress me now, you know how)
Using your eyes now
(Undress me now, you know how)

Using your mind
Using your mind

So give me a light
Or give me a drink
Just give me a reason
To feel what I think

(Undress me now, you know how)
Using your eyes now
(Undress me now, you know how)
Using your mind

(Undress me now, you know how)
Using your eyes now
(Undress me now, you know how)
Using your mind
Losing my mind

(Undress me now, you know how)
Using your eyes now
(Undress me now, you know how)
You know how, you know how
You know how, you know how

 

Morcheeba - Undress me now

 

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publicado às 07:22

Há com cada injustiça

por RG, em 09.08.10

  Então não é que na semana passada, 120 reclusos do Estabelecimento Prisional de Sintra, encontravam-se em greve de fome? E porquê? Porque estas vítimas da sociedade, reclamavam por melhor comida e...Playstations 2!

 

  Pois é, não é fácil compreender como é que hoje em dia, os prisioneiros ainda só têm direito à Playstation 1. É que havendo já a PS3 e, inclusive, numa versão Slim (mais maneirinha), como é que certas prisões ainda só disponibilizam a versão inicial desta consola?

 

  Sejamos justos, uma pessoa quando vai presa, exige um mínimo de condições. A comida ser de má qualidade, já é desagradável, mas não ter a PS2, que permite ver Dvd's? Existem limites, senhores da Justiça. Por este andar, qualquer dia, os ilustres meliantes em vez de se dedicarem a vilanagem, vão ser forçados a terem trabalhos honestos, e irem passar férias a um hotel. Haja um mínimo de bom senso.

 

RG

 

 

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publicado às 23:46

Invariavelmente

por RG, em 08.08.10

  Ter a companhia certa, no momento certo, transforma os locais banais em sítios de excelência, e os lugares que já são belos, em momentos mágicos.

 

RG

 

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publicado às 12:32

Apreciarte

por RG, em 06.08.10

  Sou leigo em termos de arte.

  Mas existem artes que cativam.

  Telas, despidas de preconceitos, e polvilhadas de simbolismos, que absorvem a minha atenção, para cada milimetro da sua essência.

  E é a essência que mais conta.

  É a essência desse pedaço de arte que emana a magia, que faz a tela parecer ainda mais viva, mais sedutora, mais empolgante.

  É a essência que me faz "apreciarte".

 

RG

 

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publicado às 13:51

Ligações

por RG, em 04.08.10

  "Para unir é preciso amar, para amar é preciso conhecer, para conhecer é preciso ir ao encontro do outro."

 

Textos Cristãos

 

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publicado às 13:14

Palavras para quê?

por RG, em 03.08.10

 Faz-me deveras impressão, aquelas pessoas que estão engasgadas, e ainda tentam dizer o evidente: "-Foi-me para o goto!Cof!Cof!Cof!"

 Não me digam? E eu a pensar que estavam a gargarejar, ou assim.

 

 Sinceramente. Só alguém muito distraído, é que pode pensar que está tudo bem com a pessoa que se está a engasgar. O facto de estarem a contorcer-se com espasmos, a tossir desalmadamente, e a ficarem vermelhas que nem um tomate, indiciam obviamente que estão a sufocar. Não é preciso explicar, ok?

  Eu pelo menos, consigo perceber sem grande dificuldade. Tentem lá recuperar primeiro o fôlego, respirar fundo, e depois quando passar a aflição, já podem falar à vontade. Combinado?

 

RG

 

 

 

 

 

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publicado às 18:53

Mania de pensarmos pequeno

por RG, em 02.08.10

  A Sra. Ministra da Educação, pondera propor o fim das reprovações escolares. Segundo a mesma, em alguns países europeus, já é aplicado esse sistema, com significativo sucesso.

 

  Ora, caso venha a concretizar-se essa proposta, e atendendo à mentalidade da maioria dos portugueses, em vez de se abolirem os chumbos, era preferível haver dispensa total da escola.

 

  Criava-se algo semelhante ao que existe para o regime militar. Só iam os voluntários. Assim, haveria uma inspecção para determinar quem estaria apto para estudar. Depois, os voluntários prosseguiam a escolaridade normal, enquanto que os restantes faziam o que lhes desse na telha. No fim, todos recebiam um diploma, havendo alegria generalizada, e muito menos chatices.

  Os que tinham efectivamente estudado, ficavam com a nota que tivessem obtido, e os restantes, ficavam pelo menos com um 10. Nada mal.

 

  Desta forma, como de certeza que iriam haver menos alunos inscritos, não só poupava-se nos custos da educação (menos escolas, professores, etc.), como os "maus alunos", deixavam de atrapalhar/destabilizar os "bons alunos". Só vantagens.

 

RG

 

 

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publicado às 20:48

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Onde o concreto e o abstracto se encontram.

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