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A atirar para o antagónico

por RG, em 31.03.12

 Há qualquer coisa de sui generis, em ir presenciar o Benfica x Chelsea, e ouvir uma mulher dizer: "- Aquele Raul Meireles é mesmo um ordinário, o filho da p**a!"

 

RG

 

 

 

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publicado às 12:18

A aparência conta

por RG, em 28.03.12

 A aparência conta. E conta muito. Por mais que se diga que o que interessa é o interior das pessoas (o que é bem verdade), as mesmas são quase sempre julgadas, numa primeira instância, pela sua aparência. Seja para o bem ou para o mal.

 Remetendo-me apenas a uma questão profissional, já se sabe que o uso de piercings ou tatuagens, por exemplo, pode complicar o acesso a determinados empregos. E embora o que possa ser aceitável num sítio, pode ser inadmissível noutro, o aspecto visual acaba por contar imenso, na altura em que se decide contratar. Mas por vezes, a avaliação da aparência, pode ir para além da vestimenta, ou acessórios utilizados. O físico e postura, contam tanto ou mais.

 Por exemplo. Aqui há dias, vi um daqueles comerciais que nos abordam normalmente nos centro comercias, para vender um cartão, de um banco qualquer. Ora, já se sabe que por norma, as pessoas tentam esquivar-se destes comercias, fazendo mais fintas que um Cristiano Ronaldo e um Messi juntos. Ou então fazem-se de distraídas, olhando para as montras, ou simplesmente dão um redondo "Não", quando os ditos comerciais perguntam se têm um minutinho para falarem com eles. Acontece que se os/as comerciais tiverem um aspecto de, vá...tótós, a sua missão ainda vai ser mais complicada. E era precisamente isso que acontecia, com este comercial a que me refiro. Apesar de estar vestido de fato e gravata, tinha um ar de rapazinho muito...tótó. Faltam-me mesmo, melhores adjectivos. O rapaz até podia saber a lição na ponta língua. Podia ter toda a informação e mais alguma sobre o cartão, mas quase de certeza, que deve ter tido muita dificuldade para conseguir parar alguém por instantes, para ouvi-lo. É injusto eu sei. Mas para além de uma aparência muito franzina, que lhe dava um aspecto de ter uns 17 anos, e uma cara tipo "Wally", tinha ainda por cima, uma abordagem muito tímida, transmitindo uma falta de confiança brutal, o que é fatal, para quem quer vender algo. Sinceramente, parecia completamente desfasado, do que aquele tipo de trabalho exige. No fundo, estou convicto que se ele fizesse o mesmo trabalho, mas por telefone, tinha muito mais hipóteses de se safar.

 

RG

  

 

 

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publicado às 21:06

Bitaites de amor

por RG, em 26.03.12

 Algumas pessoas percebem de Política. Outras dominam as Ciências. Há quem saiba de História. Existem entendidos nesta ou naquela área. Mas existe um campo, em que praticamente toda a gente manda "bitaites". No amor.

 Sejam homens ou mulheres, ricos ou pobres, de uma religião ou outra, deste ou daquele clube, inteligentes ou acéfalos. Quando toca a falar de amor, toda a gente sabe dar opiniões. E como é óbvio, algumas aproveitam-se, outras nem por isso.

 Sinceramente, chego a um ponto, em quem me cansa ver, ou ouvir, tanto especialista que existe por aí, sobre relações amorosas. Ah, porque as mulheres gostam que os homens sejam assim, e porque os homens gostam que as mulheres sejam assado.

Sejamos honestos. Pode até haver um traço comum em determinadas situações, mas cada caso é um caso, e cada pessoa é diferente da outra, por mais semelhanças que possa ter. 

 Eu também dou os meus "bitaites", é verdade. Às vezes até sem me pedirem opinião. Mas nunca me considerei um expert no assunto, como certas pessoas. 

 Na verdade, até acho que por mais que as pessoas falem sobre o assunto, sejam elas as intervenientes na relação, ou estejam de fora, não vai fazer com que a dita relação funcione por si só. Sim, é muito importante as pessoas falarem. É bom de vez em quando ouvir um conselho, que até pode servir para desbloquear uma situação, mas no fundo, é preciso o sentimento estar lá. É preciso gostar, amar mesmo a outra pessoa (e ser correspondido), para a coisa andar para a frente. Sem isso, e por mais latim que se gaste, não há relação que aguente. Mas isto, lá está, sou eu a dar o meu "bitaite"...

 

RG

  

  

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publicado às 20:46

Semsumismo

por RG, em 25.03.12

 Não consigo perceber, porque é que certas pessoas têm uma necessidade tão grande, de serem as primeiras a ter determinada coisa. Ou melhor, até acho que percebo. O facto de vivermos em sociedades competitivas, faz com que o desejo de ser o primeiro em tudo, seja uma espécie de status. 

 Veja-se os casos das tecnologias. Se há coisa que eu aprecio, são os vários gadgets que, graças ao evoluir da tecnologia, vão surgindo dia após dias. Mas entre o gostar, o desejar ter, e ser maluquinho para ter que ser o primeiro a comprar, vai um grande (enorme) passo.

 Por exemplo. Não me importava nada de ter um ipad. Agora, porque carga de água, iria pernoitar, ou passar dias mesmo, à porta de uma loja, só para ser o primeiro a comprar um, como aconteceu com muita gente? Não consigo perceber. Porquê tanta fuçanguice? Não se pode esperar uns dias? É para aparecer nas notícias? É para dizer que foi o realmente o primeiro a ter? 

 São situações destas, que me levam a reflectir sobre o estado de grande parte da humanidade. Damos demasiado importância ao materialismo. Independentemente das vantagens que nos trás, ter um bom telemóvel, automóvel, televisor, etc. Somos muito agarrados às coisas. E depois ainda existem discussões enormes, sobre qual o melhor, como se alguém realmente ganhasse com isso. Bom, só os que vendem, com certeza.

 Sinceramente, era bom que existisse um maior desapego ao consumismo desenfreado. Não digo que as pessoas não devam comprar o que lhes apetece, se tiverem condições para isso, mas deviam dar menos relevância, caso não as consigam ter. Praticarem uma espécie de semsumismo, que as libertasse do stress de terem que ter algo de imediato.

 

RG

  

 

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publicado às 20:03

Irritar alguém é fácil

por RG, em 18.03.12

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publicado às 11:57

Tem uma certa razão...

por RG, em 13.03.12

 Situação presenciada na rua.

 Passa uma mulher por mim, vestida com o chamado "cinto descaído". Uns passos mais à frente, oiço um homem a dizer para outro: "Se não quer que um gajo olhe, vista-se de forma mais composta." 

 Acho que tem uma certa razão...

 

RG

  

 

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publicado às 19:36

Invejas

por RG, em 12.03.12

 As pessoas têm inveja, e ponto final. Não digo todas, vá, mas grande parte. 

 E tanto têm inveja dos desconhecidos, como dos famosos, dos amigos ou da familia. E se dúvidas existissem, basta espreitar o Facebook.

 Se alguém põe uma fotografia das férias, surge logo um comentário "Ai que inveja, também queria.". Se alguém coloca uma foto na praia, aparece mais um "Ai que inveja, também queria." Se é na esplanada, a mesma coisa "Ai que inveja também queria.". Se for do carro novo que comprou, é uma questão de tempo até haver um "Ai que inveja, também queria.". Se for num concerto, imaginem qual é o comentário que mais tarde ou mais cedo surge? Pois é, "Ai que inveja, também queria.".

 Independentemente da situação que é exposta, desde que seja minimamente positiva (ninguém tem inveja, se a pessoa estiver a arrancar um dente no dentista), será sempre alvo de inveja ou cobiça alheia.

 Ok, até podem dizer depois que é brincadeira, e que desejam a quem postou, que se divirta muito. Pois, pois. No fundo, estão desertos que a outra pessoa, apanhe um escaldão e que não se mexa, ou sofra uma intoxicação alimentar, que a faça estar três dias seguidos enfiada na casa de banho, para aprender a não gozar o coxixo, enquanto o resto dos mortais trabalha ou estuda.

 Mas atenção. Muitas das vezes, quem coloca esses mesmos posts, escritos, ou com fotografias, fá-lo por pirraça também. Para provocar mesmo, a inveja aos outros.

 Por isso, andamos numa pescadinha de rabo-na-boca de invejice. Uns a querer fazer inveja, e outros a tê-la. Sinceramente, mais vale uma pessoa não andar por ai a espalhar muito, o que faz ou o que tem, pois ainda se sujeita a um mau-olhado.

 

RG

 


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publicado às 21:36

Meloni!

por RG, em 11.03.12

 Existe uma situação, para a qual tenho alguma curiosidade em saber como as pessoas intervenientes reagem.

 É normal as celebridades, artistas das mais variadas áreas, verem os seus trabalhos, ou desempenhos, serem avaliados pela impressa. Imaginando por exemplo, um cantor qualquer mais ou menos conhecido da praça, que vai lançar um álbum novo. Determinada revista, resolve fazer cobertura desse mesmo lançamento, pelo que decide juntar uma entrevista ao dito artista, com uma crítica ao referido álbum. Calculo que fazem os contactos necessários a explicar o pretendido, e lá conseguem marcar a entrevista. O artista deve provavelmente ver isso, como uma boa oportunidade de promover o seu trabalho (consoante o prestigio da revista). O cantor durante a entrevista, tenta explicar as suas influências, motivações, inspirações, e um ou outro dado curioso sobre o álbum. Como é normal, vai dizer que considera este, o seu melhor álbum até à data (nunca ninguém diz que o último disco, é mais fraco que o anterior, pois não tinha muita lógica). Vai dizer que está mais maduro, mais experiente, que teve excelente colaboradores. Vai argumentar que se sente realizado, e embevecido e que está ansioso que tenha boa aceitação pelos fãs. Enfim, o famoso puxar a brasa à sua sardinha, independentemente do tipo de perguntas, que não costumam fugir muito do mesmo, feitas pelo repórter. Até aqui tudo bem. Mas é então que pode ocorrer um aspecto curioso. Quando o critíco da revista, que eventualmente até pode ser o mesmo fulano que fez a entrevista, resolve opiniar sobre o álbum, e a crítica resvala para a ...negatividade. Do género, 2 estrelas, numa escala de 1 a 5. Ah e tal, as canções ficam aquém, falta emoção vista em álbuns anteriores. Está uns furos abaixo. Só se aproveitam 1 ou 2 canções, das 15 que compõem o disco, etc.

 Ora, o que é que será que o cantor pensa, quando vê o resultado desta avaliação? Será que é qualquer coisa do género "Fo**-se, que estes sacanas bem me lixaram! Então andei eu a gastar o meu latim, a perder tempo a explicar tudo e mais alguma coisa sobre a composição do álbum, e agora dizem mal?"

 Eu calculo que devem ficar uma bocadinho "piúrsos" da vida. Se calhar até têm vontade de ligar para a revista, só para desancarem o repórter ou critíco da mesma, por não terem conseguido alcançar, e compreender, o simbolismo e a profundidade das suas músicas.

 Deve ser uma situação um bocadinho frustrante para o cantor.

 

RG

 

 

 

 

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publicado às 13:38

Então está bem

por RG, em 08.03.12

 Hoje celebra-se o dia da Mulher. 

 A meu ver, não devia haver um dia em especial para destacar a importância das mulheres. Torna até um pouco redutor, o seu (vital) papel no mundo. A mulher e o homem, são seres humanos e pronto. Ambos devem ser considerados iguais, e terem os mesmos direitos.

 Mas como na realidade, e infelizmente, tal ainda não acontece, talvez ainda seja preciso mesmo um dia da mulher. E dado que o homem também tem o dia 19 de Novembro, ao que consta, então que hoje seja dado uma especial atenção às mulheres que são importantes na nossa vida. Às que foram ontem, às que são hoje, e às que ainda serão no amanhã.

 

RG

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 21:20

Constatação óbvia

por RG, em 01.03.12

 Quando chove, as pessoas deixam de saber conduzir.

 Podem dizer que a visibilidade é mais reduzida, que é preciso ir devagar porque o piso está escorregadio, etc. Tudo bem, até é verdade. Mas é impressionante o trânsito que se forma, só porque caem umas gotinhas. 

 Dá para não entrar em parafuso, se conduzirem à chuva? Calma, é só água, não é ácido sulfúrico.

 

RG

 


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publicado às 19:25


Onde o concreto e o abstracto se encontram.

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