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Se o senhor diz...

por RG, em 30.05.12

 "Estamos a fazer um esforço para trocar o pó pela erva." 

Quem o diz é o promotor do SuperBockSuper Rock, Luíz Montez. Pelos vistos, ir a este festival no Meco, continua a ser uma "ganda moca".

 

RG

 

 

 

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publicado às 19:39

Urgente

por RG, em 17.05.12

 Alguém pode fazer o favor, de dar um xanax aos mercados financeiros?

 Já não há pachorra para ouvir todos os dias, que andam nervosos e em pânico.

 

RG

 

 

 

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publicado às 19:42

A importância de uma língua universal

por RG, em 14.05.12

 Por muito (e bem) que se preserve a língua nacional, é cada vez mais incontornável que haja uma língua comum a todos os países. 

 O mundo está mais "pequeno". Hoje em dia, graças às tecnologias, temos disponíveis transportes mais rápidos, e uma internet que se espalha por todo o lado, que nos permitem estar ou contactar, com alguém do outro lado do globo. Quem tem contactos com o estrangeiro, seja por lazer ou trabalho, vê-se na contingência de comunicar noutra língua. Por norma, a inglesa.

 

 Se é verdade que até podemos aprender várias línguas, o que é facto, é que facilita ter que aprender apenas mais uma língua para além da nossa. E não existe nada mais reconfortante do que, chegar a um sítio qualquer, seja em território nacional ou lá fora, e conseguir comunicar e perceber com alguém estrangeiro.

 

RG

 

 

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publicado às 20:57

O derradeiro golpe de marketing

por RG, em 12.05.12

 Por vezes parece que, para um artista conseguir uma última consagração, tem de...morrer.

 É um fenómeno estranho, mas que acontece em inúmeras ocasiões. Quantas e quantas vezes, depois de um artista morrer, independentemente da área a que esteja ligado, existe uma corrida ao consumo daquilo que produziu? Sejam músicas, livros, filmes, etc.

 Não deixa de ser caricato que muitos artistas, acabem por ter um reconhecimento muito mais elevado depois da sua morte, do que durante a sua vida.

 O que levará uma pessoa a comprar algo de um artista, depois deste morrer, se não o fez antes? Ah, afinal até gostava dele, e agora vale a pena comprar. Quase de certeza que o artista tinha ficado mais contente, se comprassem enquanto ele estava vivo. Assim podia sentir, de forma mais palpável, o tal reconhecimento do seu trabalho.

 Mas não. Existem artistas que até já nem nos lembrávamos que existiam, mas basta baterem as botas, para serem novamente eleitos, como dos melhores que haviam no seu campo. Sinceramente, é pena que as pessoas não sejam mais compreendidas e aceites, enquanto por cá andam.

 

RG

  

 

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publicado às 14:00


Onde o concreto e o abstracto se encontram.

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